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Vice-governadora Mailza conhece Projeto Humanize em reunião com o presidente do TJAC

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A vice-governadora Mailza Assis se reuniu, nesta segunda-feira, 23, com o presidente do Tribunal de Justiça do Acre, desembargador Laudivon Nogueira, que apresentou o Projeto Humanize, iniciativa voltada à incorporação de padrões internacionais de direitos humanos nas decisões judiciais.

Presidente do TJ-AC, Laudivon Nogeira, apresentou projeto para a vice-governadora, Foto: Ingrid Kelly/Secom

Durante o encontro, o presidente do TJAC explicou que a proposta busca aproximar a atuação do Judiciário acreano dos tratados internacionais ratificados pelo Brasil. O projeto utiliza como base o exame de convencionalidade, mecanismo que verifica se as decisões estão alinhadas às normas e à jurisprudência do sistema interamericano de direitos humanos.

A vice-governadora, que também é secretária de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, afirmou que o projeto representa um passo importante para fortalecer a proteção dos direitos humanos no estado.

“A iniciativa do Tribunal de Justiça dialoga com as políticas públicas desenvolvidas na área social, ao garantir que as decisões judiciais considerem padrões internacionais de proteção à dignidade humana, especialmente para os públicos mais vulneráveis. Integrar tratados internacionais ao cotidiano do Judiciário contribui para uma atuação mais sensível às desigualdades sociais e às violações de direitos, fortalecendo a rede de proteção que envolve o Sistema de Justiça e as políticas de assistência social”, reforçou Mailza.

Vice-governadora, que também é secretária de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, afirmou que o projeto representa um passo importante para fortalecer a proteção dos direitos humanos no estado. Foto: Ingrid Kelly/Secom

O presidente do TJAC destacou que o Projeto Humanize representa um avanço institucional na forma como o Judiciário acreano compreende e aplica os direitos humanos no dia a dia das decisões.

“Fortalece a atuação dos magistrados ao oferecer ferramentas que permitem alinhar as sentenças aos tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário, garantindo maior segurança jurídica e proteção efetiva à dignidade da pessoa humana. O Humanize não se limita a um projeto teórico, envolve formação continuada, apoio técnico e difusão de conhecimento entre juízes, servidores e instituições parceiras, criando uma cultura institucional voltada à centralidade dos direitos fundamentais”, explicou.

Presidente do TJAC destacou que o Projeto Humanize representa um avanço institucional na forma como o Judiciário acreano compreende e aplica os direitos humanos no dia a dia das decisões. Foto: Ingrid Kelly/Secom

O projeto integra os esforços institucionais do Tribunal de Justiça para consolidar uma atuação mais humanizada, alinhada aos compromissos internacionais assumidos pelo Brasil e voltada à garantia dos direitos fundamentais.

Participaram ainda da reunião Jonathan Santiago, assessor especial da vice-governadoria, o juiz auxiliar da Presidência do TJAC, Giordane Dourado, e o secretário-geral do TJAC, Júnior Martins.

Presidente do TJAC, na oportunidade, convidou antecipadamente a vice-governadora para participar da 57ª edição do Fórum Nacional de Juizados Especiais, que será sediado no Acre, em maio. Foto: Ingrid Kelly/Secom

57º Fórum Nacional de Juizados Especiais (Fonaje)

O presidente do TJAC, na oportunidade, convidou antecipadamente a vice-governadora para participar da 57ª edição do Fórum Nacional de Juizados Especiais, que será sediado no Acre, em maio.

“Recebemos com grande alegria a oportunidade de sediar este fórum, que tem relevante importância não apenas para o aprimoramento do conhecimento jurídico e o intercâmbio de experiências entre magistrados e operadores do Direito, mas também para a valorização da nossa cultura e o incentivo ao turismo local, e queremos desde já contar com a presença de vossa senhoria, contribuindo para o sucesso do evento”, falou.

Fonte: Governo AC

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Governo do Acre abre inscrições para mais de 600 moradias do Programa Minha Casa, Minha Vida em Rio Branco

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O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Habitação e Urbanismo (Sehurb), publicou no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira, 26, três editais que abrem inscrições para famílias interessadas em concorrer a unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida. Os chamamentos são destinados aos empreendimentos Cidade do Povo (Lotes C e D) e Cidade Alta (Calafate), totalizando 692 novas moradias na capital acreana.

Editais disponibilizam 692 novas moradias na capital acreana. Foto: Assis Lima

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo Sistema de Habitação do Estado do Acre (Sishab), entre os dias 29 de junho e 29 de julho de 2026. A ordem de cadastro não influencia na classificação, e não há cobrança de taxas.

Podem participar famílias com renda bruta mensal de até R$ 3.200,00, que não possuam imóvel próprio, não tenham sido contempladas em outros programas habitacionais e estejam inscritas no CadÚnico com cadastro atualizado. É necessário, ainda, comprovar situação de déficit habitacional, como viver em habitação precária, em situação de coabitação, com ônus excessivo de aluguel ou em situação de rua.

De acordo com a gestora da Sehurb, Samilca França, os editais estabelecem critérios do governo federal de priorização, dando preferência a famílias em situação de vulnerabilidade.

“Estamos priorizando famílias em situação de vulnerabilidade social, com reservas para beneficiários do Bolsa Família, BPC, idosos, pessoas com deficiência, chefiadas por mulheres, crianças ou adolescentes, vítimas de violência doméstica e população em situação de rua. Queremos garantir que a moradia digna chegue a quem realmente precisa”, destacou.

Pelo menos 50% das unidades serão reservadas para beneficiários do Programa Bolsa Família, BPC ou com pessoas com microcefalia na família. Além disso, 3% das moradias de cada empreendimento são destinadas a idosos,  pessoas com deficiência e famílias em situação de rua, que precisam atender a critérios específicos, como ter histórico de rua registrado há pelo menos seis meses.

Após as inscrições, a Sehurb fará a clasificação das famílias com base nos critérios de prioridade. Em caso de empate, será utilizado o critério de maior idade do titular. A lista classificatória terá uma suplência de 30% a mais que o número de casas disponíveis. O resultado será enviado à Caixa Econômica Federal para análise de enquadramento, que definirá os candidatos aptos a assinar o contrato.

Os selecionados devem ficar atentos às convocações e apresentar toda a documentação exigida no prazo. A omissão ou prestação de informações falsas pode levar à exclusão e sujeitar o candidato a sanções penais. Os imóveis terão cláusula de inalienabilidade (não pode ser transferido, vendido ou cedido a terceiros) por 60 meses.

Fonte: Governo AC

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