RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

Bioestimulante Blackjak® da Sipcam Nichino eleva produtividade e saúde dos pomares de citros

Publicados

AGRONEGÓCIO

A Sipcam Nichino, pioneira na introdução de bioestimulantes no Brasil, tem consolidado sua plataforma de produtos voltados para o manejo tecnológico da citricultura. Estudos conduzidos pela equipe técnica da empresa demonstram que o uso do bioestimulante Blackjak®, composto por ácidos húmicos, fúlvicos e micronutrientes, trouxe ganhos significativos em áreas de laranja onde foi aplicado.

Resultados positivos em produtividade e sanidade

Segundo Marcelo Palazim, engenheiro agrônomo e coordenador de marketing de especialidades da Sipcam Nichino, o produto proporciona desenvolvimento vegetativo superior, aumento da capacidade fotossintética e melhor fixação de flores e frutos. “Os testes mostraram que frutos colhidos em áreas tratadas com Blackjak® são mais robustos e saudáveis em comparação com áreas não-bioestimuladas”, destaca.

Tecnologia que reduz estresse e melhora eficiência

De acordo com a companhia, Blackjak® é rapidamente absorvido pelas plantas mesmo em baixas doses, ajudando a reduzir o estresse causado por condições climáticas adversas. O produto também ativa os sistemas de defesa natural das plantas e aumenta a absorção de nutrientes e água, resultando em maior produtividade e rentabilidade para os produtores.

Leia Também:  Matopiba produziu 32 milhões de toneladas em 2024/25
Perspectivas de adoção pelo setor

Palazim acredita que os bioestimulantes tendem a se consolidar como parte integrante das estratégias de manejo do citricultor. “O uso correto da tecnologia oferece ganhos reais, com relação custo-benefício favorável, e contribui para uma produção mais eficiente e sustentável”, afirma o especialista.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Exportações de trigo do Paraná praticamente zeram em 2025 e produção é absorvida pelo mercado interno

Publicados

em

Por

As exportações de trigo do Paraná praticamente desapareceram em 2025, consolidando um movimento de forte direcionamento da produção ao mercado interno. Segundo o Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, o estado colheu 2,87 milhões de toneladas na última safra, mas exportou apenas 4 toneladas — volume residual destinado ao Equador em dezembro.

Desde então, não há registros de novos embarques, e a expectativa é de que não ocorram exportações relevantes até o início da próxima colheita, prevista para agosto.

Mercado interno absorve produção de trigo

O cenário atual reforça a predominância do consumo doméstico como destino do trigo paranaense. Tradicionalmente, o primeiro trimestre do ano concentra os embarques do cereal, o que indica baixa probabilidade de reversão desse quadro no curto prazo.

A retenção da produção contrasta com o comportamento observado entre 2022 e 2024, quando o estado exportou mais de 800 mil toneladas. Já no período entre 2017 e 2021, os volumes embarcados foram inferiores a 10 mil toneladas.

Leia Também:  Mercado de trigo registra retração de preços e nova safra avança no Brasil
Qualidade e preços definem fluxo de exportação

De acordo com o Deral, a oscilação nas exportações ao longo dos anos está diretamente relacionada à qualidade do trigo e à competitividade dos preços.

Entre 2022 e 2024, o cereal produzido no Paraná apresentou गुणवत्ता abaixo dos padrões exigidos pelos moinhos nacionais. Aliado a preços mais atrativos no mercado internacional, esse fator impulsionou as exportações.

Por outro lado, entre 2017 e 2021, a combinação de safras menores, maior proporção de trigo de qualidade superior e preços menos competitivos no cenário externo favoreceu a absorção pelo mercado interno.

Safra 2026 deve manter foco no consumo doméstico

Para a safra de 2026, a tendência é de continuidade do atual cenário, com a produção novamente destinada majoritariamente ao consumo interno. A redução da área plantada no estado é um dos fatores que reforçam essa perspectiva.

Segundo o boletim, apenas eventos climáticos adversos, como geadas ou excesso de chuvas durante a colheita — que possam comprometer a qualidade do grão —, poderiam abrir espaço para exportações mais expressivas.

Leia Também:  Safra de café da Alta Mogiana em 2025 registra queda de produtividade acima do esperado
Demanda industrial sustenta retenção no estado

Outro fator determinante é o avanço da demanda por trigo para processamento industrial, especialmente no próprio Paraná. Esse movimento aumenta a capacidade de absorção da produção local e reduz a necessidade de envio ao mercado externo.

Com isso, o estado consolida um cenário de maior integração entre produção e indústria, fortalecendo a cadeia interna do trigo e reduzindo a dependência das exportações no curto prazo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA