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Conexão Cana 2025 destaca inovação tecnológica e bioestimulantes na cultura da cana-de-açúcar

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Especialistas em cana-de-açúcar, açúcar, etanol e bioenergia se reunirão em São Pedro (SP) no dia 21 de agosto para o evento técnico Conexão Cana 2025, promovido pela consultoria AgroCiência. O encontro terá como foco as novas tecnologias para aumento de produtividade e longevidade dos canaviais, com participação de empresas como a Sipcam Nichino, referência em soluções para controle de pragas, doenças, plantas invasoras e bioestimulação.

Bioestimulantes: impulso à produtividade e longevidade dos canaviais

A Sipcam Nichino apresentará no evento como os bioestimulantes podem contribuir para a produtividade da cana. Entre os produtos da companhia estão Abyss®, Blackjak®, Nutex® Premium e Stilo® Verde, pioneiros no Brasil.

Segundo Ian Lucas Rocha, engenheiro agrônomo e especialista em desenvolvimento de mercado da Sipcam Nichino, atualmente 30% a 40% da cana plantada no país recebe aplicações desses produtos, formulados com ácidos húmicos e fúlvicos.

“Bioestimulantes podem aumentar a produtividade em 10 a 20 toneladas de cana por hectare, se aplicados corretamente”, explica Rocha.

Os produtos atuam na rizosfera, promovendo absorção de nutrientes, interação com microrganismos benéficos do solo e maior vigor radicular, resultando em canaviais mais robustos e produtivos. Além disso, combatem estresse hídrico, favorecem o desenvolvimento vegetativo e aumentam a longevidade das lavouras, mesmo diante de desafios como compactação do solo, trânsito intenso de máquinas e ataques de pragas como nematoides, cigarrinha, cupins e Sphenophorus.

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Controle de plantas invasoras e qualidade de formulações

No Conexão Cana, a Sipcam Nichino também destacará o herbicida Leale®, seletivo à cana-de-açúcar. Segundo Rocha, o produto foi testado e aprovado pelos principais institutos de pesquisa do Brasil, oferecendo controle eficaz de plantas invasoras em pré ou pós-emergência, sem causar danos à cultura.

“Mais do que nunca, a qualidade da formulação de herbicidas é decisiva para diferenciar produtos no mercado”, afirma Rocha.

“O Leale®, desenvolvido e comercializado no Brasil há mais de 10 anos, garante eficácia, segurança e facilidade na aplicação, sem causar injúrias à cultura ou problemas na mistura de tanque”, complementa.

O Conexão Cana 2025 reforça o papel da inovação tecnológica no setor sucroenergético, destacando práticas que aumentam a produtividade, a eficiência operacional e a sustentabilidade dos canaviais brasileiros.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preços da banana caem 4,89% nas Ceasas do Brasil, aponta Conab; hortaliças também registram recuo em maio

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Os preços da banana e de outras frutas e hortaliças registraram queda na média ponderada das Centrais de Abastecimento (Ceasas) em maio, segundo a nova edição do boletim hortigranjeiro divulgado pela Conab no âmbito do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort).

De acordo com o levantamento, a banana apresentou recuo médio de 4,89%, enquanto a alface caiu 1,94% em relação a abril. A maçã também manteve tendência de baixa, com redução de 5,53% na média ponderada dos entrepostos monitorados.

Oferta elevada pressiona preços da banana e da maçã

A queda no preço da banana foi influenciada principalmente pelas boas condições de produção, especialmente da variedade nanica, o que elevou a oferta e melhorou a qualidade do produto no atacado.

Na Ceasa Campinas, por exemplo, as cotações recuaram 13,27% em relação a abril. Já em Fortaleza (CE), houve comportamento contrário, com alta média de 6%, refletindo demanda regional específica.

No caso da maçã, o movimento de queda foi mais intenso no Centro-Sul, com destaque para o Rio de Janeiro, onde os preços recuaram 12,65%.

Melancia e laranja têm comportamento misto no mercado

Apesar de leve alta na média geral, a melancia apresentou queda de preços em cerca de 70% das Ceasas analisadas. O aumento mais expressivo ocorreu no Rio de Janeiro, impulsionado pela maior participação de minimelancias no mercado.

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Já a laranja teve alta média de 1,42%, influenciada por estoques moderados e redução da demanda externa. Ainda assim, houve quedas relevantes em praças como São Paulo (-10,93%) e São José (SC), com -10,03%.

Mamão registra maior alta entre as frutas

Entre as frutas monitoradas, o mamão apresentou o maior aumento médio, com alta de 7,49%. A redução da oferta da variedade formosa e a menor produção no sul da Bahia e norte do Espírito Santo contribuíram para o movimento de alta.

Hortaliças seguem com forte oscilação no atacado

No segmento de hortaliças, a alface registrou queda generalizada, com recuos mais expressivos em Belo Horizonte (-27,98%), Vitória (-25,71%) e Rio de Janeiro (-25,20%). A retração da demanda no inverno e a queda de 10,8% na oferta explicam o movimento.

A cenoura apresentou estabilidade, com leve queda de 0,63%, enquanto a cebola manteve tendência de alta pelo terceiro mês consecutivo, avançando 12,53%, influenciada pela menor oferta, especialmente de Santa Catarina.

O tomate também subiu, com alta média de 19,85%, refletindo o controle de oferta por parte dos produtores e a influência das temperaturas mais baixas sobre a maturação.

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Batata tem forte alta e lidera variações entre hortaliças

A batata registrou a maior alta entre todos os produtos analisados, com aumento médio de 57,95% nas Ceasas. O movimento foi impulsionado pelo fim da safra das águas e pela entrada ainda limitada da safra de inverno.

Minas Gerais, principal estado produtor, teve alta de 84,44%, enquanto Santa Catarina foi a única região com leve recuo.

Exportações de frutas crescem 14,1% em 2026

O boletim da Conab também aponta crescimento nas exportações do setor hortifrutícola. Entre janeiro e maio de 2026, o Brasil exportou 555,77 mil toneladas, com faturamento de US$ 663,4 milhões, alta de 14,1% em relação ao mesmo período de 2025.

O desempenho foi puxado principalmente por frutas como maçã, manga, melão, melancia, abacate e pêssego.

Clima e El Niño influenciam produção e abastecimento

A edição também traz análise sobre os impactos do fenômeno El Niño e das mudanças climáticas na produção de frutas e hortaliças, destacando efeitos regionais e orientações técnicas para produtores diante da instabilidade climática e da pressão sobre o abastecimento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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