AGRONEGÓCIO
Déficit global de açúcar deve cair em 2025/26, projeta OIA
AGRONEGÓCIO
A Organização Internacional do Açúcar (OIA) divulgou projeções para a temporada 2025/26 (outubro a setembro), estimando um déficit global significativamente menor em comparação ao período anterior. A redução no déficit é atribuída principalmente ao aumento da produção mundial da commodity.
Segundo a OIA, a produção global de açúcar deve crescer 3,1%, alcançando 180,59 milhões de toneladas, enquanto o consumo deve registrar um aumento marginal de 0,4%, totalizando 180,82 milhões de toneladas.
Déficit global projetado para 2025/26
O órgão intergovernamental prevê um déficit global de apenas 231 mil toneladas métricas na próxima temporada, uma queda expressiva frente às 4,88 milhões de toneladas registradas na temporada atual.
Em comunicado, a OIA destacou que, embora o déficit projetado seja relativamente pequeno antes do início da temporada, a redução em relação à temporada atual é considerada relevante para o mercado global de açúcar.
Impacto esperado no mercado
A diminuição do déficit global indica uma oferta mais equilibrada frente à demanda, o que pode reduzir pressões sobre preços internacionais da commodity e influenciar estratégias de produção e exportação nos principais países produtores.
Fonte: Portal do Agronegócio
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Agro movimentou mais de R$ 31 bilhões no primeiro trimestre de 2026
As exportações do agronegócio paulista movimentaram mais de R$ 31 bilhões no primeiro trimestre de 2026, segundo dados do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), consolidando o Estado como principal fornecedor nacional de produtos agropecuários ao mercado internacional.
O desempenho é puxado pelo complexo sucroenergético, que concentra a maior parte das vendas externas. O açúcar respondeu por 95,3% das exportações do setor no período, com forte demanda de países da Ásia e do Oriente Médio. São Paulo detém 65,3% da produção nacional voltada à exportação nesse segmento.
A citricultura mantém protagonismo. O Estado é responsável por cerca de 80% dos sucos exportados pelo Brasil, com o suco de laranja representando 97,2% da categoria e movimentando aproximadamente R$ 2,8 bilhões no trimestre, com foco na União Europeia e nos Estados Unidos.
Na diversificação da pauta, as carnes somaram cerca de R$ 5 bilhões, o equivalente a 16,1% das exportações do agro paulista, com liderança da bovinocultura. Já os produtos florestais, como celulose e papel, movimentaram aproximadamente R$ 4,3 bilhões, com a China como principal destino.
A força do agro paulista está distribuída regionalmente. O complexo sucroenergético se concentra nas regiões de Araçatuba, Barretos e Sorocaba, enquanto a citricultura tem base nas regiões de Bauru e Central, sustentando a competitividade do Estado no mercado global.
Para dar suporte ao crescimento, o governo estadual mantém políticas de fomento como o Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap), voltado ao financiamento e ao seguro rural, além de programas de incentivo à inovação e à tecnologia no campo.
Fonte: Pensar Agro
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