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MPAC e CGU firmam acordo para ampliar cooperação no combate à corrupção e na promoção da integridade

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) e a Controladoria-Geral da União (CGU) assinaram, nesta quarta-feira, 30, um acordo de cooperação técnica para ampliar a atuação conjunta no combate à corrupção e na promoção da integridade pública. O documento foi assinado, na sede do MPAC, pelo procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque, e pelo superintendente da CGU no Acre, Osmar Nilo Bezerra Neto.

A parceria estabelece o intercâmbio de informações, metodologias, tecnologias e conhecimentos, além da realização de ações conjuntas entre as duas instituições. A cooperação poderá envolver unidades especializadas do MPAC, como o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e o Núcleo de Apoio Técnico (NAT).

Entre as medidas previstas está o apoio técnico da CGU em investigações conduzidas pelo Ministério Público, por meio de análises especializadas, cruzamento de dados e produção de relatórios de auditoria. A Controladoria também poderá compartilhar ferramentas e soluções tecnológicas voltadas à prevenção e ao combate à corrupção.

O acordo contempla ainda uma frente preventiva, com capacitações e ações de controle social com órgãos e entidades das esferas federal, estadual e municipal.

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Para o procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, a parceria aproxima capacidades institucionais que podem contribuir tanto para enfrentar e prevenir irregularidades.
“O acordo que assinamos hoje aproxima nossas capacidades ao permitir o compartilhamento de informações, metodologias, tecnologias e conhecimentos. O Ministério Público e a CGU atuam a partir de competências e responsabilidades próprias, mas há um território em que naturalmente nos encontramos: a defesa do patrimônio público, a promoção da integridade e o compromisso de fazer com que os recursos públicos cumpram sua finalidade essencial — servir à sociedade”, afirmou.

O superintendente da CGU no Acre, Osmar Nilo Bezerra Neto, explicou que o acordo consolida uma relação de cooperação já existente entre as instituições. Ele citou, entre as iniciativas já desenvolvidas, a participação do MPAC como apoiador do Time Brasil, programa de capacitação de gestores voltado a integridade na gestão pública.

“É uma parceria histórica e temos muito a avançar. Estamos juntos também no trabalho com os municípios, promovendo a integridade pública e contribuindo para o combate à corrupção. Esse acordo consolida essa parceria”, disse.

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A gestão do acordo ficará sob a responsabilidade do subprocurador-geral de Inovação, Marco Aurélio Ribeiro. Segundo ele, a iniciativa também integra o movimento do MPAC de ampliar a cooperação com outras instituições para compartilhar capacidades tecnológicas aplicadas à atuação institucional.

A agenda contou ainda com a presença de membros da Administração Superior e de órgãos do MPAC que atuam nas áreas de apoio técnico especializado e de combate a crimes contra o patrimônio público.

Texto: Hudson Castelo
Fotos: Diego Negreiros
Secretaria de Comunicação do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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Feijó: MPAC promove conversa sobre bullying e respeito com estudantes

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cível de Feijó, participou de uma conversa com estudantes da Escola Raimundo Augusto Araújo sobre bullying, respeito e convivência no ambiente escolar. A atividade foi conduzida pela promotora de Justiça substituta Giselle Luiza Silva.

Durante a apresentação, a promotora abordou situações do cotidiano dos alunos, com orientações sobre como reconhecer, prevenir e enfrentar práticas de violência física, verbal, social e virtual e as consequências como isolamento, ansiedade, baixa autoestima e dificuldades no rendimento escolar, além das principais leis relacionadas ao tema.

“Nem todo conflito ou brincadeira caracteriza bullying. Para ser considerado bullying, é necessário a repetição das agressões, a intenção de humilhar ou machucar e o desequilíbrio de poder entre as pessoas envolvidas. Uma brincadeira deixa de ser saudável quando apenas uma pessoa se diverte ou quando o outro demonstra desconforto”, afirmou.

Entre os exemplos apresentados aos estudantes estavam apelidos, xingamentos, agressões físicas, exclusão, isolamento e disseminação de boatos, além de práticas de cyberbullying, como exposição de prints, montagens, figurinhas e grupos criados para ridicularizar alguém. A apresentação ressaltou que, no ambiente digital, a violência pode ultrapassar os limites da escola, alcançar um número maior de pessoas e permanecer na internet mesmo depois da publicação.

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A atividade também chamou atenção para o papel dos estudantes que presenciam situações de bullying. A promotora destacou que quem assiste pode contribuir para interromper o ciclo de violência ao não rir, curtir ou compartilhar conteúdos ofensivos, aproximando-se da vítima e comunicando a situação a um adulto de confiança.

Samia Roberta – Secretaria de Comunicação / MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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