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Hugo Motta inaugura Sala Lilás da Câmara para acolher mulheres vítimas de violência

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), inaugurou nesta quarta-feira (18) a Sala Lilás da Casa, ambiente criado para acolher mulheres vítimas de violência. Ele lembrou que ontem o Plenário aprovou o projeto de lei que cria o programa “Antes que Aconteça”, visando criar uma estratégia de prevenção à violência contra a mulher para que o Parlamento não seja apenas reativo.

Motta explicou que a Sala Lilás vai “impedir que a violência contra a mulher aconteça na Câmara, em ambiente de trabalho”.

Segundo o presidente, o objetivo é que o Parlamento sirva de exemplo e seja replicado Brasil afora. Ele voltou a afirmar que a Casa tem a inclusão como uma meta de trabalho, para que a nossa sociedade veja no parlamento um exemplo de como deve se conduzir.

“Aqui damos uma demonstração muito firme de que temos dentro da Câmara um equipamento que vai funcionar para justamente impedir que a violência contra a mulher aconteça aqui na Câmara, em ambiente de trabalho e também por todas aquelas mulheres que transitam diariamente aqui no Parlamento”, disse Motta.

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Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Natalia Doederlein

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova projeto que trata da atenção integral à pessoa com síndrome de Down no SUS

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A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) a prestar atenção integral e atendimento multiprofissional a pessoas com síndrome de Down.

Pelo texto, a atenção integral envolverá medidas como o desenvolvimento de programas de diagnóstico precoce (na gestação ou início de vida), transparência sobre o tratamento, direito à integralidade da assistência e participação da família na definição das ações de saúde.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovado o substitutivo acatado anteriormente na Comissão de Saúde para o Projeto de Lei 438/23, do deputado Duarte Jr. (Avante-MA).

O substitutivo melhora a concisão e a técnica legislativa do projeto. “Em lugar de enumerar diretamente na lei especialidades profissionais obrigatórias e serviços específicos, o substitutivo organiza a política em torno de diretrizes principiológicas e programáticas”, esclareceu Laura Carneiro.

Ela acrescentou que, ao remeter a proposta para regulamentação posterior pelo Executivo, o substitutivo garante que os direitos previstos sejam prestados na forma dos protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas previstos em lei e dentro da capacidade de comprometimento orçamentário e financeiro.

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Próximos passos
Além da Comissão de Saúde, o projeto foi aprovado pela Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência. Agora, o texto seguirá para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.

Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado e, depois, ser sancionada pela presidência da República.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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