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Senado autoriza Ceará a contratar empréstimo internacional

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O Plenário do Senado aprovou, nesta quarta-feira (10), o projeto (PRS 56/2025) que autoriza o estado do Ceará a contratar empréstimo de até US$ 80 milhões no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O recurso será utilizado para o financiamento parcial do Programa de Modernização da Gestão Fiscal (Profisco III), de âmbito estadual.

De acordo com a relatora do projeto, senadora Augusta Brito (PT-CE), os valores destinam-se ao financiamento parcial do Programa de Modernização da Gestão Fiscal do Estado do Ceará (Profisco). Em seu relatório, Augusta registra que o objetivo do programa é promover maior eficiência, transparência e sustentabilidade das contas públicas.

Os senadores Sergio Moro (União-PR). Magno Malta (PL-ES) e Eduardo Girão (Novo-CE) registraram seus votos contrários à autorização. Segundo Girão, o programa a ser melhorado é para “cobrar imposto”. Ele disse que o estado deveria focar suas ações na saúde e economizar na publicidade. 

O projeto segue agora para promulgação.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão aprova reforço à proteção de mulheres contra o assédio no transporte público

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A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que inclui, entre os princípios da Política Nacional de Mobilidade Urbana, a prevenção do assédio sexual e da violência contra mulheres no transporte público.

O texto aprovado transforma a segurança das mulheres durante os deslocamentos em uma obrigação de órgãos públicos e empresas de transporte.

A comissão aprovou a versão do relator, deputado Eli Borges (Republicanos-TO), ao Projeto de Lei 6658/25, do deputado Amom Mandel (Republicanos-AM). O novo texto substitui o termo original “violência de gênero” por “violência contra mulheres”.

“Nos deslocamentos urbanos, as mulheres estão frequentemente expostas a situações de vulnerabilidade por conta de casos recorrentes de assédio e violência. Isso compromete não só a segurança individual, mas também o próprio acesso a direitos fundamentais, como trabalho, educação e lazer”, argumentou o relator.

Próximas etapas
A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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