Saúde
Casos da Covid-19 nas farmácias do Brasil aumentam 465% em um mês
Na primeira semana de novembro foram registrados 4.850 testes positivos, contra 858 no mesmo período de outubro.
SAÚDE
Os casos positivos da Covid-19 aumentaram 465% nas farmácias do Brasil em um mês. De acordo com a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), foram registrados 858 testes positivos na primeira semana de outubro. Por outro lado, na primeira semana de novembro, foram confirmados 4.850 casos positivos da doença. O CEO da Abrafarma, Sergio Mena Barreto, alertou para o crescimento dos índices. “O contingente de positivados aumentou 5,6 vezes em relação ao início do mês passado, o que exige do setor uma imediata revisão dos estoques para atender à demanda”, advertiu. Para a Abrafarma, dez Estados foram responsáveis por puxar os casos na primeira semana de novembro, com avanço acima da média nacional. São eles: Amazonas (40% em relação aos sete dias anteriores), Rio Grande do Norte (34%), Paraíba (31%), Pernambuco (31%), Santa Catarina (30%), Pará (28%), Rio de Janeiro (28%), São Paulo (28%), Amazonas (26%) e Espírito Santo (25%). Já em uma semana o número de testes positivos no varejo farmacêutico subiu 38% – com os 4.850 diagnósticos no período de 31 de outubro a 6 de novembro. A abrafarma ainda informou que desde a implementação desse serviço as farmácias brasileiras promoveram 19.553.112 testes rápidos. Os resultados positivos somaram 4.553.330, ou seja, 23,29%, contra 14.999.782 negativos (76,71%).
Conforme publicado pelo portal da Jovem Pan nesta quinta-feira, 10, o número de pacientes internados com Covid-19 nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) na Grande São Paulo cresceu 65,1% em duas semanas. Em 25 de outubro, foram registrados 215 pacientes nessa condição. Já na última terça-feira, 8, o número saltou para 335. Os dados são da Secretaria Estadual da Saúde. Em relação ao pacientes internados em leitos de enfermaria, foram registrados 81,3% de aumento durante o mesmo período, sendo que de 364 hospitalizados subiu para 660. Em todo o Estado também houve crescimento significativo de internados com coronavírus em UTIs. De 288 saltou para 448, ou seja, aumento de 55,5%. Por outro lado, os pacientes internados em leitos de enfermaria foi de 555 para 832, alta de 49,9%. Inclusive, no mesmo dia, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) alertou para o aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) provocados por Covid-19 tanto em São Paulo quanto em outros três Estados brasileiros: Amazonas, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul . De acordo com o relatório, nas últimas quatro semanas, o número de infectados pela doença subiu 36,9%.
O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, afirma que o país deve ficar em alerta com o crescimento dos casos, principalmente no Amazonas. “Na atualização, a gente observa não apenas a manutenção dessa tendência no estado do Amazonas, mas também em outros três estados. É importante lembrar que os dados de resultados laboratoriais são parciais, são informações ainda incompletas em relação ao cenário recente e ainda assim foi possível observar aumento nos casos comprovados”, explica. “Como os dados laboratoriais demoram mais a entrar no sistema, é esperado que os números de casos das semanas recentes sejam maiores do que o observado nesse boletim, podendo inclusive aumentar o número de estados em tal situação”, acrescentou.
ACRE
Aleac recebe mães atípicas e convocará audiência pública para garantir terapias a crianças com transtornos e síndromes
Assessoria
Um grupo formado por mães atípicas se reuniu com o presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Luiz Gonzaga, e o presidente da Comissão de Saúde da Aleac, deputado Adailton Cruz, na quinta-feira (5), para buscar amparo do Legislativo para evitar a suspensão do tratamento a centenas de crianças portadoras de autismo, síndromes e outros transtornos em Rio Branco.
As mães explicaram ao presidente da Aleac e da Comissão de Saúde que o Centro Especializado em Reabilitação (CER) foi descredenciado pelo Unimed/AC e a partir de 12 de setembro mais de 500 pessoas beneficiárias do plano de saúde ficarão sem tratamento, os quais dependem das terapias para seu desenvolvimento e qualidade de vida.
As mães pediram que a Aleac solicite uma audiência pública para debater com pais e mães, direção da Unimed, Ministério Público do Estado, Defensoria Pública, Secretaria de Saúde e outros órgãos competentes uma solução para a supensão das terapias.
A mãe Vanessa Machado conta que já tiveram uma reunião com o Ministério Público e pedem que a Aleac organize uma audiência pública para debater o tema.
“Pedimos uma audiência pública com os parlamentares, Ministério Público, Unimed e outros órgãos para buscarmos uma solução definitiva para não termos que acionar a Unimed na Justiça”, disse Vanessa.
O presidente da Aleac se colocou à disposição para intermediar juntamente com a Unimed e órgãos competentes uma solução para evitar a suspensão no tratamento dessas crianças. Gonzaga garantiu que a audiência pública será realizada para discutir o assunto.
“A Aleac sempre atendeu as pessoas que buscam essa casa de solução para seus problemas e com as mães atípicas não seria diferente. Recebemos todas aqui, ouvimos as reivindicações e decidimos, eu e o deputado Adailton, presidente da Comissão de Saúde, fazer a audiência Pública para trazer todos os entes para discutir o assunto e encontrar uma solução para manter o atendimentos a essas crianças”, disse.
De acordo com Cesária Edna, mãe de uma criança com síndrome rara e que há seis anos é atendida pela Clínica CER, somente a clínica tem profissionais capacitados para realizar a terapia do seu filho. Ela conta ainda que a Unimed não comunicou as mães sobre o desecredenciamento e que a informação partiu da própria clínica.
“Quando houve o descrendenciamento da Clínica CER em agosto fomos na Unimed e abrimos um protocolo pedindo informações para sabermos em qual clínicas as crianças seriam atendidas, mas não tivemos respostas e não consegui vaga para meu filho em outra clínica. A partir do dia 13 de setembro não temos mais para onde levar nossos filhos para tratamento e pedimos encaricidamente o apoio do Legislativo para ajudar essas mais de 500 pessoas, entre elas 300 crianças que ficarão sem atendimento”, disse Edna.
O presidente da Comissão de Saúde da Aleac, Adailton Cruz, agradeceu Gonzaga pelo empenho em atender as mães e afirmou que a audiência servirá para solucionar o problema.
“Quero agradecer as mães pela visita à Aleac e parabenizar o presidente Luiz Gonzaga pelo empenho e atender as mães. A reunião foi muito esclarecedora e encaminhamos convocação de audiência pública para debatermos juntamente com a mães, Unimed e outros ógãos a melhor saída para esse problema”, disse Adailton.

Fonte: ASCOM ALEAC
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