RIO BRANCO
Search
Close this search box.

TJ AC

Confira as convocações de estágio de graduação e pós-graduação desta semana

Publicados

TJ AC

Estudantes devem encaminhar a documentação necessária por e-mail no prazo de cinco dias úteis

A Secretaria de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) publicou editais de convocação de estagiárias e estagiários. Foram chamadas diversos acadêmicas e acadêmicos para a entrega dos documentos. Nesta semana, foram quatro convocações, que deram andamento aos procedimentos previstos no processo seletivo.

Confira as convocações de estágio desta semana:

Na segunda-feira, 6, saiu a convocação para graduação em Direito e Sistema de Informação, dando continuidade as chamadas anteriores, conforme o ranking de classificação. O cadastro de reserva do processo seletivo realizado em 2024 tem sido alcançado pelas convocações, que está em sua sexagésima primeira edição.

Na terça-feira, 7, foram mais duas convocações. Desta vez, para atender aos municípios de Epitaciolândia e Rodrigues Alves.

Já na quinta-feira, 9, foi dada a continuidade aos chamamentos realizados nas semanas anteriores para a graduação em Direito para Rio Branco.

Outra convocação saiu na sexta-feira, 10. Foi chamado um estudante de graduação do curso de Ciências Contábeis para Rio Branco.

Leia Também:  Vara da Infância e Juventude de Cruzeiro do Sul participa da implantação do programa Família Acolhedora

Todos devem enviar a documentação exigida para o e-mail: [email protected], no prazo de cinco dias úteis, a partir da data de publicação do certame no Diário da Justiça, baixe aqui.

Mais informações: (68) 3212-8264.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

TJ AC

Justiça mantém condenação de hospital e médico por morte de bebê no Acre

Publicados

em

Por

Decisão fixou indenização de R$ 150 mil por erro médico e violência obstétrica durante o parto

A 2ª Câmara Cível responsabilizou o hospital e o médico pelo óbito de um nascituro. Eles devem indenizar a paciente em R$ 150 mil, pelos danos morais. A decisão foi publicada na edição n.° 8104 do Diário da Justiça (pág. 17), desta quinta-feira, 24.

De acordo com os autos, a mulher realizou o pré-natal na Maternidade Barbara Heliodora. Entrou em trabalho de parto quando estava com nove meses de gestação, mas em razão da falta de leitos disponíveis foi encaminhada para o Hospital Santa Juliana, onde o médico responsável optou pelo parto normal.

Após o parto, a criança não chorou, foi quando recebeu a notícia do falecimento do filho. Entretanto, quando a irmã da paciente encontrou o bebê na sala de expurgos, percebeu que a criança se mexia, então foi levado para incubadora. Contudo, ele não resistiu. A certidão de óbito registrou que foi vítima de parada cardiorrespiratória, asfixia neonatal grave e sofrimento fetal agudo.

Leia Também:  Agosto Lilás é encerrado em Cruzeiro do Sul com convite para sociedade denunciar violência doméstica

Na apelação, os demandados argumentaram que havia contradições no laudo pericial que atestou a necessidade de cesariana. Contudo, o entendimento não foi recepcionado pelo relator do processo: “O médico tem o dever de utilizar as técnicas mais adequadas e seguras disponíveis. Desta forma, deve-se minimizar o tempo de intervenção em casos de sofrimento fetal agudo, quadro com o qual a gestante já dera entrada no hospital. A decisão da equipe médica de ignorar a prioridade da cesariana e prosseguir com a tentativa de parto normal constitui clara imprudência”.

O desembargador Luís Camolez afirmou que a equipe médica assumiu o risco ao sujeitar a paciente a um trabalho expulsivo demorado e sofrido. “A sucessão de escolhas inadequadas demonstra a imperícia. O nexo de causalidade é evidente: a demora na extração fetal, a insistência pelo parto normal num cenário de sofrimento fetal foi a causa direta da anóxia (ausência de oxigênio) cerebral que vitimou a criança”.

Após o velório do filho, ao investigar as dores que estava sentindo, a mulher soube que estava com pancreatite traumática, gerada pelas manobras realizadas durante o parto e teve que ser internada, onde permaneceu durante um mês. “A ocorrência de trauma pancreático evidencia, de forma incontestável, o uso desproporcional e excessivo de força no procedimento do parto, tornando insustentável a tese de que os protocolos médicos normais foram observados”, destacou o relator.

Leia Também:  1ª Câmara Cível mantém indenização a cliente que pagou conta fraudulenta e teve energia cortada

O voto se concluiu pela manutenção da condenação. “A prova da inadequação e da violência do procedimento não reside apenas no óbito da criança, mas na incontroversa e gravíssima moléstia de que foi acometida a genitora logo após o parto: pancreatite traumática”, enfatizou.

Portanto, o erro médico praticado pela equipe que atende nas dependências do hospital atrai a responsabilidade objetiva e solidária da instituição hospitalar, nos moldes do artigo 14, caput, e artigo 7º, parágrafo único, do Código de Defesa do Consumidor.

Apelação Cível n.º 0002136-17.2010.8.01.0001

Imagem gerada por IA

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA