O desembargador também elogiou os demais colegas que concluíram essa jornada do saber, tornando-se os(as) novos(as) mestres do Tribunal de Justiça do Acre.
A formação dos profissionais atuantes no âmbito da Prestação Jurisdicional e Direitos Humanos contribui para que possam lidar com os novos desafios de uma sociedade democrática e aberta aos desafios constitucionais.
“Estou muito honrado em obter esse título. É uma consagração de uma atividade acadêmica nobre e enriquecedora, que certamente proporcionará melhor qualidade no atendimento aos que buscam o serviço do Poder Judiciário acreano”, considerou Fernando Nóbrega.
O magistrado fez questão de agradecer pelo êxito na formação. “Agradeço essa vitória a Deus, aos familiares, aos professores, aos integrantes da Escola Judiciária do Acre e aos demais profissionais que me auxiliaram no período da formação”, declarou o titular da 2ª Vara de Família da Comarca de Rio Branco.
A juíza de Direito Adamárcia Machado assinalou a representatividade do Mestrado para sua trajetória e o caminho que a levou até alcançar o resultado. “Um marco pessoal e profissional. Este foi um percurso desafiador, que exigiu resiliência, mas que me proporcionou um crescimento imensurável. O Mestrado me permitiu aprofundar a compreensão sobre os desafios da prestação jurisdicional em territórios de difícil acesso, possibilitando a construção de soluções concretas que podem contribuir para tornar a justiça mais inclusiva e eficaz”, afirmou a titular do Juizado Especial Cível e da Fazenda Pública da Comarca de Cruzeiro do Sul.
Do ponto de vista pessoal, segundo ela, simboliza superação e realização. “Graças ao apoio da minha família, colegas, professores e da Administração do TJAC, cheguei à defesa final e concluí esta etapa, o que reforça minha responsabilidade com a sociedade e com o fortalecimento do Poder Judiciário do Acre”, completou.
O Mestrado
O Mestrado é fruto de parceria com o Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (TJTO), por meio da Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat), juntamente com a Universidade Federal do Tocantins (UFT). O curso, pioneiro entre os mestrados profissionais em Direitos Humanos no Tocantins, tem por especificidade a importância de se compreender com maior apuro os conflitos sociais e as formas de interpretação das condições sociais de produção de litígios.



