TJ AC
Projeto do TJAC ensina como identificar e enfrentar o bullying nas escolas
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Mais de 175 estudantes do Colégio Aplicação participaram de palestras sobre proteção à infância e prevenção ao bullying no ambiente escolar e virtual
O projeto “ECA na Comunidade: Direitos e Deveres”, do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), segue com seu cronograma de atividades na capital acreana. Durante todo o mês de setembro, estudantes do Colégio Aplicação participaram de palestras educativas sobre o bullying no ambiente escolar e virtual.
Ao todo, mais de 175 alunos do ensino fundamental estiveram presentes nas palestras, que tiveram como foco a divulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a explicação dos diferentes tipos de bullying e a orientação sobre os canais de apoio e denúncia disponíveis. As atividades foram conduzidas pela pedagoga da 2ª Vara da Infância e Juventude de Rio Branco, Alessandra Pinheiro, e pela estagiária Franciene Monteiro.
Além das exposições, as crianças também participaram de dinâmicas em que discutiram situações fictícias de violência e as melhores formas de lidar com esses casos. Ao final, foi firmado entre os participantes o “Pacto de Convivência e Respeito”, no qual todos se comprometeram a promover um ambiente escolar mais inclusivo, acolhedor e seguro.
Realizado desde 2012, o projeto visa conscientizar estudantes, pais, professores e toda a equipe escolar sobre a violência sexual infantojuvenil e o bullying. Somente este ano, a iniciativa já alcançou mais de 400 alunos de escolas públicas e privadas do estado.




Fotos: cedidas
Fonte: Tribunal de Justiça – AC
TJ AC
Eproc passa a operar em todo o 2º Grau do TJAC
Novos processos protocolados, a partir de agora, na Corte passam a tramitar exclusivamente pelo sistema
O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) concluiu, nesta terça-feira, 8, a implantação do eproc, novo sistema de tramitação processual do Judiciário acreano, no 2º Grau de Jurisdição. A partir de agora, todos os novos processos protocolados na Corte passam a tramitar exclusivamente pela ferramenta. Para marcar essa nova etapa, foi realizado um ato solene no Gabinete da Presidência, em Rio Branco.
O momento contou com a presença do presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, da coordenadora-geral de implantação do eproc e juíza auxiliar da Presidência, Louise Santana, além de servidoras e servidores. Com a conclusão dessa etapa, a instituição consolida um processo de mudança de sistema e transformação digital iniciado em 7 de julho de 2025, com a instalação da ferramenta na primeira unidade judiciária.
O TJAC trilhou uma jornada progressiva. Desde abril, quando a implantação do eproc foi concluída nas unidades jurisdicionais de 1º Grau, o Tribunal está empenhado em expandir o sistema para a 2.ª instância, com testes, ajustes, capacitações e planejamento. A estratégia buscou garantir uma transição segura e estável, sem impacto na produtividade de desembargadoras e desembargadores.

Para isso, a equipe responsável pela implantação adotou etapas semelhantes às utilizadas no 1º Grau. Primeiro, foram habilitadas as competências da Presidência, na área de Precatórios, da Vice-Presidência e da Infância e Juventude, além das competências das Câmaras Cíveis. Depois, a implantação avançou para a Câmara Criminal e o Tribunal Pleno Jurisdicional.
No último mês, o Tribunal ampliou o uso do sistema no 2º Grau, com a disponibilização de novas classes processuais na Câmara Criminal e no Tribunal Pleno. Restavam algumas classes da Presidência, da Câmara Criminal e do Tribunal Pleno Jurisdicional, além da implantação nas Câmaras Cíveis Reunidas e na Turma de Uniformização. Todas essas etapas foram concluídas nesta terça-feira.
Agora, o TJAC passa a se dedicar integralmente à migração dos processos que ainda tramitam no Sistema de Automação da Justiça (SAJ) para o eproc. O trabalho já começou e tem os Juizados Especiais Cíveis da Comarca de Rio Branco como unidades-piloto. A previsão é concluir essa etapa, considerada a última fase da mudança de sistema, em dezembro.
Com o eproc, o Tribunal prevê mudanças na rotina jurisdicional, por exemplo, maior controle automático de prazos, automação de tarefas, redução de custos e aperfeiçoamento dos fluxos de trabalho. A expectativa é ampliar a eficiência e a agilidade dos serviços, além de contribuir para a qualidade de vida de servidoras e servidores.
Foto: cedida
Fonte: Tribunal de Justiça – AC
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