TJ AC
TJAC articula ações de sustentabilidade do Plantando o Futuro com Estado e Município
TJ AC
Foram identificadas áreas em Rio Branco que podem receber plantio de mudas e também foi tratado sobre a possibilidade de ampliação do projeto Plantando o Futuro com iniciativas de proteção da fauna
Foi dado mais um passo na execução do projeto Plantando o Futuro do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) nesta quarta-feira, 15, com um diálogo entre órgãos do Estado e do Município. O encontro permitiu a aproximação entre as instituições, com foco na integração das ações de sustentabilidade desenvolvidas em cada órgão.
A reunião foi conduzida pela Secretaria-Geral (Seger) do TJAC, com equipes da Secretaria de Infraestrutura e Atendimento ao Usuário (Seinf) e da Coordenadoria de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental (Cosus) do Judiciário.
Além disso, participaram do momento integrantes das secretarias das áreas de Obras Públicas do Estado (Seop), Infraestrutura e Mobilidade Urbana (Seinfra) e Meio Ambiente (Semia), ambas de Rio Branco, bem como do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) e da Organização Não Governamental (ONG) SOS Amazônia.
As pautas tratavam da viabilização de ações de preservação ambiental e de sustentabilidade para atender à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) e também alcançar as metas do Programa Carbono Zero, instituído pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na Resolução n.º 594/2024, para que os tribunais brasileiros compensem as emissões de gases de efeito estufa (GEE).
Nesse sentido, o TJAC executa o projeto Plantando o Futuro com iniciativas de reflorestamento de espécies nativas, otimização da frota de veículos, elaboração de inventários de GEE, redução no consumo de bens e insumos e ampliação do uso de energia solar.
Durante o diálogo, foram identificados terrenos próximos à Área de Preservação Permanente (APP) Bosque da Justiça, que circunda a sede do TJAC em Rio Branco, com potencial para o plantio de uma grande quantidade de mudas, e foi verificada a possibilidade de cessão dos locais ao Judiciário.
Outro ponto de debate foi a incorporação de um corredor ecológico entre o Bosque da Justiça e outra área verde urbana, tendo em vista a via pública que corta os terrenos. Isso geraria impacto no fortalecimento da fauna local, alinhando as práticas de sustentabilidade.
Para o secretário-geral do TJAC, José Carlos Martins Júnior, a interlocução permitiu a união de esforços voltados à política ambiental. O gestor também enfatizou o uso da tecnologia como aliada na manutenção dos locais onde ocorrerá o plantio: “Destaco, ainda, o caráter inovador da iniciativa ao prever o acompanhamento das mudas por meio de soluções de georreferenciamento, o que permitirá maior controle, monitoramento e efetividade dos resultados ao longo do tempo”.





Fotos: Emanuelly Falqueto/Secom TJAC
Fonte: Tribunal de Justiça – AC
TJ AC
Política antimanicomial avança no Acre com articulação entre TJAC e municípios
Em Cruzeiro do Sul, diálogo viabiliza residência terapêutica e orienta magistrados sobre tratamento em liberdade
O Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF) do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) realizou, nesta quinta-feira, 23, reunião com a Prefeitura de Cruzeiro do Sul para discutir a implementação do Serviço Residencial Terapêutico (SRT) no município e os avanços na política antimanicomial.
Durante o encontro, foram debatidas providências emergenciais para o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) em Cruzeiro do Sul, especialmente no atendimento de pessoas com transtorno mental ou deficiência psicossocial em conflito com a lei. Atualmente, a prefeitura enfrenta desafios burocráticos e estruturais para garantir a execução da política antimanicomial.
A equipe do GMF orientou o Município a articular, com o Estado e órgãos federais, estratégias e medidas para assegurar a efetividade da Política de Saúde Mental no sistema prisional de Cruzeiro do Sul. Entre as principais propostas está a adesão ao Fundo Municipal de Segurança Pública, como alternativa de financiamento.



Por fim, ficou acordado que o Município iniciará, em até 90 dias, a implementação de uma residência terapêutica, com o cadastramento do serviço junto ao Ministério da Saúde. Nesse período, o Judiciário acompanhará o andamento das ações e se colocou à disposição para articular com o Estado a fim de solucionar eventuais entraves.
Segundo o supervisor do GMF, desembargador Francisco Djalma, esses diálogos com os municípios refletem o empenho do TJAC em avançar no atendimento às pessoas com transtornos mentais em conflito com a lei. A proposta é garantir direitos e assegurar tratamento adequado a essa população.
O magistrado também destacou a dedicação da prefeitura para efetivar a política de saúde mental no sistema prisional. Ele considera Cruzeiro do Sul uma referência para outros municípios, principalmente por buscar superar limitações financeiras e técnicas.
Participaram da reunião o coordenador do GMF, juiz Robson Aleixo; a coordenadora executiva, Débora Nogueira; a consultora do programa Fazendo Justiça, Rúbia Evangelista; equipes da Prefeitura de Cruzeiro do Sul; além de profissionais da Rede de Atenção Psicossocial do município.


Diálogo sobre política antimanicomial com a magistratura
À tarde, a equipe do GMF promoveu uma conversa com juízas e juízes de Cruzeiro do Sul sobre a política antimanicomial. A agenda teve como objetivo orientar a magistratura local a priorizar que pessoas com transtorno mental em conflito com a lei realizem tratamento em liberdade, integrado à rede de saúde mental.
Durante a reunião, foram apresentados avanços no sistema de saúde local, que devem permitir, em breve, o encaminhamento de reeducandos com transtorno mental e sem vínculo familiar para uma residência terapêutica, prevista para ser implementada ainda este ano no município. Também foram destacados serviços já disponíveis na rede pública, como o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS).
Com esse diálogo, o GMF busca dar celeridade à desinternação e à reintegração social dessa população, em atenção à Resolução nº 487 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece diretrizes para a substituição de medidas de segurança de internação por serviços de saúde mental comunitários e abertos.
A medida está alinhada ao Plano Pena Justa, de enfrentamento ao Estado de Coisas Inconstitucional (ECI) no sistema prisional brasileiro. Ambas as políticas buscam superar violações sistemáticas de direitos humanos, ao priorizar a individualização do atendimento em vez de uma abordagem centrada apenas no processo criminal.


Fotos: cedidas
Fonte: Tribunal de Justiça – AC
-
ACRE2 dias atrásGoverno e Ministério Público chegam a acordo para garantir avanço de habitações populares no Irineu Serra
-
ACRE24 horas atrásGovernadora Mailza prestigia cerimônia de certificação de 299 alunos formados em cursos técnicos em Cruzeiro do Sul
-
ACRE2 dias atrásIpem divulga balanço trimestral das fiscalizações em postos de combustíveis no Acre
-
SEM CATEGORIA4 dias atrásPrefeitura de Rio Branco celebra sucesso de ação com mais de 100 animais vacinados e 10 adoções no Via Verde Shopping
-
SEM CATEGORIA4 dias atrásNota de pesar – Carlos Pereira de Oliveira
-
ACRE5 dias atrásVozes da floresta em conquista
-
ACRE5 dias atrásAs digitais femininas que transformam trajetórias indígenas
-
SEM CATEGORIA4 dias atrásPrefeitura de Rio Branco e Câmara Municipal reforçam parceria em ação de saúde no bairro Ilson Ribeiro

