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TJAC e Governo do Estado avançam juntos na regularização fundiária e fortalecem cidadania em Plácido de Castro

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O Tribunal, por meio de sua Corregedoria-Geral, possui parceria com o governo do Estado, por meio do Iteracre, em todas as ações que buscam a legalização de terras no estado.

Com o objetivo de fortalecer a governança e o acesso à terra, justiça, segurança jurídica e a proteção ambiental, o Poder Judiciário do Acre se fez presente nesta terça-feira, 9, no município de Plácido de Castro, distante 136km da capital Rio Branco, na entrega de 400 títulos definitivos de propriedade urbana, rural e para entidades religiosas. A cerimônia ocorreu na quadra da Escola Estadual de Ensino Fundamental José Francisco da Silva.

A cerimônia contou com a presença do juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça, Anastácio Menezes — que representou a Presidência do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) — e do juiz de Direito da Comarca de Plácido de Castro, Mateus Santini. Ambos reforçaram o compromisso da Justiça acreana com a regularização fundiária e o fortalecimento da cidadania no estado.

Em seu pronunciamento, o governador do Estado, Gladson Cameli destacou sobre a união entre as instituições públicas agradecendo ao TJAC pelo trabalho conjunto.

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“Quero agradecer ao Tribunal de Justiça do Acre, na pessoa do desembargador Laudivon Nogueira [presidente], que tem sido um parceiro nesse processo. Quando existe união entre os poderes constituídos, quem ganha é o povo acreano. A regularização fundiária é uma ferramenta essencial para promover justiça social e desenvolvimento econômico”, disse.

O TJAC, por meio de sua Corregedoria-Geral, possui parceria com o Governo do Estado, através do Iteracre, em todas as ações que buscam a legalização de terras no estado. O órgão correcional realiza as interlocuções necessárias para agilizar as ações promovidas pela autarquia e atende ainda ao Provimento CNJ nº 144/2023, que  instituiu o Programa Permanente de Regularização Fundiária na Amazônia Legal e a Semana Nacional de Regularização Fundiária – Solo Seguro.

O esforço concentrado também busca fortalecer iniciativas locais que visem a combater a grilagem de terras em áreas rurais, ou seja, a ocupação ilegal de áreas públicas ou privadas por meio de falsificação de documentos, que tem como principais impactos a destruição ambiental, conflitos sociais e, não obstante, a corrupção de agentes públicos.

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A presidente do Iteracre, Gabriela Câmara, destacou o caráter histórico da ação no município. “Isso representa um marco para a cidade e faz parte de uma determinação do governador Gladson Camelí e da vice-governadora Mailza Assis. Nosso plano de trabalho para este ano contempla todos os 22 municípios do estado, e estamos empenhados em cumprir essa missão”, afirmou.

É a primeira vez que município de Plácido de Castro recebeu a ação de regularização fundiária na modalidade S, como é chamado o serviço feito pelo Iteracre. A iniciativa faz parte de um plano estadual que pretende beneficiar mais de 10 mil famílias em todo o Acre e integra os programas Minha Terra de Papel Passado e Igreja Legal.

Fotos: Diego Gurgel/Secom AC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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TJAC cria rede estadual de promoção e defesa dos Direitos Humanos a partir do Projeto Humanize

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Mais do que garantir direitos, o Poder Judiciário propõe a implementação efetiva dos tratados internacionais e da jurisprudência interamericana no Acre

Na manhã desta segunda-feira, 12, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) e a Polícia Civil assinaram o Termo de Cooperação Técnica para fortalecer as ações do projeto Humanize. A iniciativa pioneira está relacionada ao controle de convencionalidade no Sistema de Justiça acreano e ampliação a efetividade da proteção dos Direitos Humanos no Acre.

O presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, afirmou o propósito em estabelecer a rede estadual de promoção e defesa dos Direitos Humanos: “Essa é uma rede que está sendo construída com várias mãos, no sentido de que nós possamos fortalecer nossas instituições, capacitar e em última instância, a finalidade de concretizar o que foi estabelecido em 1992, quando o Brasil oficializou a adesão aos tratados internacionais de proteção aos Direitos Humanos”.

Em consonância, o juiz auxiliar da Presidência, Giordane Dourado, enfatizou que a adesão da Polícia Civil é inédita. “Esse compromisso com os Direitos Humanos não enfraquece, nem atrapalha o trabalho da polícia. Ele reforça ainda mais e dá credibilidade, sobretudo porque as forças de segurança estão integradas e harmônicas com a rede de Justiça”, assinalou.

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O delegado-geral da Polícia Civil, Pedro Buzolin, afirmou que esta visão está alinhada à atual gestão: “Viemos quebrando vários paradigmas, com a mudança de cultura, temos certeza que estamos fazendo nosso papel”.

Já compõem a rede a Defensoria Pública e a Ordem dos Advogados do Acre Seccional Acre. Neste ato, passam a integraram a Polícia Civil e em seguida a Secretaria Estadual de Segurança Pública. Deste modo, firmado os marcos de institucionalização dos mecanismos para ampliação do uso do controle de convencionalidade.

No encontro, o secretário de Segurança Pública, José Américo Gaia, falou sobre efetividade. “O projeto Humanize é muito interessante, por isso aderimos a essa iniciativa, diante desse acordo de cooperação técnica. Essas práticas voltadas para a cidadania, dignidade e Direitos Humanos é algo que a Sejusp vem desenvolvendo na prática e agora, com o estabelecimento desta rede fica chancelada nossas atividades e parceria com o Tribunal de Justiça”.

Também acompanharam as agendas: o juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça Anastácio Menezes, o assessor jurídico do TJAC Marcel Viana e o servidor Rodrigo Santos. Posteriormente, a vice-presidente do TJAC, desembargadora Regina Ferrari, o secretário-geral do TJAC, Júnior Martins e o secretário-geral da Sejusp, Marcos Frank.

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Humanize

O projeto Humanize contempla o desenvolvimento da Humanize IA, solução de inteligência artificial criada para ampliar o alinhamento das decisões judiciais locais ao Sistema Interamericano de Direitos Humanos. A ferramenta foi concebida para apoiar a aplicação do controle de convencionalidade, promovendo decisões mais fundamentadas na jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos.

O Termo de Cooperação prevê uma série de ações conjuntas entre as instituições, incluindo a realização de congressos, seminários, simpósios e pesquisas; o desenvolvimento e compartilhamento de soluções tecnológicas; a capacitação de magistrados, defensores, servidores e demais agentes públicos; além da ampliação do acesso a acervos bibliográficos e materiais especializados em Direito Internacional dos Direitos Humanos.

Fotos: Elisson Magalhães/Secom TJAC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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