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TJAC entrega computadores a vencedores de concurso de redação em Manoel Urbano

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As redações que conquistaram a premiação abordaram o debate sobre a Lei Maria da Penha e o enfrentamento à violência doméstica

Em uma solenidade que uniu a modernização do Judiciário ao incentivo acadêmico, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) realizou nesta terça-feira, 5, a entrega de computadores aos três primeiros colocados do concurso de redação do programa “Conscientização pela Paz no Lar”.

O evento ocorreu durante a entrega da reforma do Fórum Dr. Celso Secundino Lemos, em Manoel Urbano, e premiou Ariane Veloso Alves (1º lugar), Marcileison Lopes Kalisto Kaxinawa (2º lugar) e Claudio Henrique Rodrigues Vasconcelos (3º lugar).

O concurso integra o Acordo de Cooperação Técnica nº 30/2026, uma rede de proteção formada pelo TJAC, Secretaria de Estado de Educação (SEE), Ministério Público (MPAC), Defensoria Pública (DPE/AC) e OAB/AC.

O foco é levar o debate sobre a Lei Maria da Penha e o enfrentamento à violência doméstica para dentro das salas de aula.

Para a grande vencedora, Ariane Veloso Alves, de 16 anos, o prêmio representa uma conquista. “Assistir a palestra e escrever sobre o tema me deu mais conteúdo e conhecimento. A informação é a principal ferramenta para combater a violência. E o computador vai me ajudar muito nos estudos, principalmente para eu me preparar para os estudos”, afirmou a jovem.

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Compromisso com o interior

O presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, destacou que a entrega dos computadores simboliza a contribuição com a educação e a trabalho de prevenção.

“Ao reformarmos este fórum e, simultaneamente, premiarmos jovens talentos de Manoel Urbano, reafirmamos o compromisso social do Judiciário. O programa Conscientização pela Paz no Lar planta uma semente de respeito e cidadania. Estamos unindo instituições para garantir que a educação seja a ferramenta de transformação social e combate à violência contra a mulher em todo o nosso estado”, pontuou o presidente.

Expansão e Impacto

Em 2025, o programa alcançou 2.100 alunos em dez municípios, incluindo áreas isoladas. Sob a coordenação da magistrada Louise Santana, à frente da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cosiv), o projeto continua sua atuação em 2026, levando ações educativas a novas fronteiras, como Jordão, Assis Brasil e comunidades indígenas, consolidando a rede de apoio e conscientização em cada canto do Acre.

Fotos: Gleilson Miranda/Secom TJAC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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2ª Câmara Cível realiza sessão virtual na Escola do Poder Judiciário do Acre

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Iniciativa revela fortalecimento das atividades jurisdicionais, e integração do Órgão de Ensino com a Administração do TJAC

A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) realizou nesta terça-feira, 7, sessão virtual na sede da Escola do Poder Judiciário do Acre (Esjud). É a primeira vez que o Colegiado atua na unidade de ensino, o que fortalece as atividades da Justiça Acreana.

Presidente do Órgão Julgador, o desembargador Júnior Alberto assinalou a dupla relevância da iniciativa. “Em virtude da obra de reforma que ocorre no TJAC, tivemos a ideia de, provisoriamente, fazermos as audiências na Esjud. Isso é importante porque nos permite dar continuidade aos trabalhos, com a garantia da prestação jurisdicional, e sem quaisquer prejuízos às partes, e aos operadores do Direito. E, principalmente, revela a harmonia e a integração que há entre os diversos setores do Tribunal com a Administração”, disse.

A sessão virtual ocorreu no estúdio de gravação da Escola. Teve recursos de acessibilidade, como a tradução em Língua Brasileira de Sinais (Libras), e transmissão ao vivo pelo YouTube.

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Foram julgados 17 processos ao todo (entre SAJ e eproc), englobando assuntos os mais diversos, como tratamento domiciliar (home care), indenização por dano moral, usucapião, trânsito, alienação fiduciária, cobranças bancárias, indenização por dano material, penhora, etc.

Quem participou

Integram a sessão o desembargador Júnior Alberto (presidente), a desembargadora Waldirene Cordeiro (membra), o desembargador Francisco Djalma (membro da Câmara Criminal convocado), e a procuradora de Justiça Meri Gonçalves. Os advogados Marcelo Zamora e Riccieri Schiave, e a advogada Josiane Spada participaram do julgamento. Membro originário do órgão, o desembargador Luís Camolez cumpre agenda de trabalho externa.

Câmara Cível

Composta por três desembargadores, a 2ª Câmara Cível realiza sessões ordinárias às terças-feiras, às 9 horas (horário do Acre), respeitado o quorum mínimo correspondente à sua composição, nos julgamentos dos feitos e recursos de sua competência, convocando-se o membro da Câmara Criminal, quando necessário, para completá-lo.

A Câmara Cível será presidida por um de seus membros, eleito pelo Pleno, observada a periodicidade de dois anos.

Compete, originariamente, ao Órgão Julgador:

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Processar e julgar:

  • as ações rescisórias de sentenças dos juízes cíveis de primeiro grau;
  • os conflitos de competência entre os juízes cíveis de primeiro grau ou entre estes e autoridades administrativas, nos casos que não forem da competência do Tribunal Pleno;
  • os mandados de segurança contra ato dos juízes de primeira instância e dos procuradores de justiça, em matéria cível;
  • os habeas-corpus, em matéria cível;
  • a restauração de autos extraviados ou destruídos, em feito de sua competência.

E julgar:

  • os recursos das decisões dos juízes cíveis de primeiro grau;
  • os embargos de declaração opostos a seus acórdãos;
  • o recurso das decisões proferidas, nos feitos de sua competência, pelo seu Presidente ou relator;
  •  os efeitos cíveis sujeitos ao duplo grau de jurisdição;
  • exercer outras atribuições que, embora não especificadas, resultem das leis e deste Regimento.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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