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TJAC integra programa de registro da emissão de Gases do Efeito Estufa

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Durante o evento anual do Programa Brasileiro do GHG Protocol, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) foi apresentado no painel entre as instituições signatárias do GHG Prtocol

Avançando na sua política de sustentabilidade, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) participou do evento anual do Programa Brasileiro GHG Protocol, ciclo 2025, nesta terça-feira, 5, na sede da Fundação Gétulio Vargas (FGV), em São Paulo. A Justiça acreana é signatária do GHG Protocol, um instrumento internacional para contabilizar as emissões dos Gases do Efeito Estufa (GEE).

Devido ao seu trabalho no inventário de emissão desses gases, o TJAC passou a constar no painel do evento, no nível bronze, por ter realizado o registro público da sua emissão de GEE. Entre os tribunais estaduais somente o acreano e a Justiça de Goiás integram o programa.

Estão participando da atividade, a juíza auxiliar da Presidência, Zenice Mota, responsável pela governança e a coordenadora de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental do TJAC, Val Amorim, assim como, empresas, órgãos públicos envolvidos com a mensuração e transparência das suas emissões desses gases.

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Para a juíza Zenice Mota, “essa entrega simboliza mais que um ato técnico – é um gesto institucional de respeito ao meio ambiente e às futuras gerações”. Já Val Amorim destacou que “o inventário é uma ferramenta que permitirá ao TJAC avançar na mitigação de impactos e na implementação de políticas sustentáveis em sua estrutura administrativa e jurisdicional”.

O Tribunal de Justiça tem iniciativas consolidadas da área de preservação ambiental, cumprindo os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS) da Agenda 2030, da Organização das Nações Unidas (ONU). Em janeiro deste ano o TJAC assumiu o compromisso pela descarbonização, com meta de zerar as emissões de carbono até 2023, conforme a Resolução n.°594/2024 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Fazendo parte desse trabalho de descarbonização, o TJAC reafirma seu papel para construção de um Judiciário mais verde, ético e buscando minimizar os impactos da emergência climática.

GHG Protocol

O Programa foi criado em 2008 pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGVces) e pela World Resources Institute (WRI) em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), World Business Council for Sustainable Development (WBSCD) e mais 27 empresas.

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O GHG Protocol é a principal ferramenta internacional para contabilização de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), para auxiliar no enfrentamento às mudanças climáticas. Além disso o programa adapta o GHG Protocol ao contexto brasileiro.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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Lançamento de aplicativo marca a transformação digital da Escola do Poder Judiciário

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Avisos, matrículas, materiais didáticos e certificados são algumas das funções facilitadas pelo App da Esjud

A Escola do Poder Judiciário (Esjud) realizou uma programação especial dedicada à inovação e tecnologia. Nesta sexta-feira, 2, ocorreu o lançamento do seu aplicativo móvel, que já pode ser acessado para download. “A Esjud inteira na palma da sua mão” – disponível para Android e IOS.

Com uma interface intuitiva e navegação fluida, a ferramenta concentra os principais serviços da Esjud: Acesso ao ambiente virtual de aprendizagem, inscrição em cursos, consulta e download de certificados, emissão de certidão, registro de certificados externos, notícias, avisos, notificações administrativas e lembretes das atividades.

App da Esjud

Na abertura do evento, o desembargador Luís Camolez, diretor da Esjud, reforçou a missão do órgão de ensino: “A escola é onde aprendemos, debatemos e progredimos. Fico feliz de estarmos com o auditório cheio, e, além disso, ter servidores conectados por videoconferência, pois é assim que esse propósito se completa”.

Após o pronunciamento, o lançamento do App da Esjud foi materializado pela adesão dos bottons de divulgação. Posteriormente, foram disponibilizados os QR Codes nos telões do auditório, os quais possibilitaram que o público baixasse e conhecesse as funcionalidades do novo canal de comunicação e serviços.

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Em seguida, o servidor da Esjud Allan Almeida contextualizou o fluxo comunicacional entre alunos e formadores, por meio do site, e-mail, WhatsApp, AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem) e sistema de certificados. “Tudo isso está sendo modernizado pelo aplicativo. É importante enfatizar que o aplicativo tem uma integração completa, não é um banco de links que te direciona para um site. Está tudo funcional”, arrematou.

Portanto, o aplicativo garante mais agilidade, transparência e autonomia para alunos, formadores e servidores no acesso às informações da instituição. Também estavam presentes na solenidade as juízas e juiz auxiliares da Presidência Louise Santana, Zenice Cardozo e Giordane Dourado, bem como as magistradas Evelin Bueno, Shirlei Hage, e os magistrados Robson Aleixo, Clovis Lodi e Marlon Machado, além de secretários e servidores da instituição.

Não é sobre usar IA. É sobre pensar diferente

A programação seguiu com a palestra “Não é sobre usar IA. É sobre pensar diferente”. O juiz Johnny Clemes concatenou assuntos e atualidades de forma dinâmica, falou desde a escrita bico de pena, aos processos, riscos até o Elon Musk. O objetivo não era conhecer prompts, mas sim refletir sobre como a Inteligência Artificial (IA) tem mudado as ferramentas de trabalho.

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Durante sua apresentação, o magistrado ponderou que a IA não revela apenas o que uma máquina consegue fazer, mas sim o que ainda está sendo realizado de forma manual. A partir disso, edificou um paralelo temporal com as seguintes anteposições sobre procedimentos laborais: procurar x analisar; comparar x supervisionar; resumir x decidir; conferir x criar; organizar x interpretar; redigir x cuidar.

“Estamos preparados? Temos tecnologia e precisamos de condutas. Estamos em um momento de transformação, em que refletimos o porquê das atividades serem realizadas de certa forma. Com os novos recursos, devemos pensar: O que preciso aprender agora? Quais novas habilidades são necessárias? E o que você fará com o tempo que a IA devolver para você?”, concluiu o palestrante.

Certificação da Residência em Tecnologia da Informação.

A entrega de certificados celebrou o encerramento da Residência em Tecnologia da Informação. Ao todo, foram 12 concludentes da formação realizada pela Esjud, em parceria com o Instituto Metrópole Digital da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Fotos: Wellington Vidal* estagiário sob supervisão/ Secom

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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