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MPAC é destaque no Prêmio Laço Branco e Laço Lilás pelo Fim da Violência de Gênero
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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) foi destaque na cerimônia de entrega do Prêmio Laço Branco e Laço Lilás, realizada na noite desta terça-feira, 9, pela Secretaria de Estado da Mulher (Semulher). O procurador-geral de Justiça, Danilo Lovisaro do Nascimento, recebeu o Laço Branco, destinado a reconhecer homens que desenvolvem iniciativas exemplares no enfrentamento da violência de gênero, e a promotora de Justiça Dulce Helena Franco foi agraciada com o Laço Lilás, que valoriza a atuação de mulheres comprometidas com a mesma causa.
Instituída pelo Decreto nº 11.603/2024 e regulamentada pela Portaria nº 199/2025 da Semulher, a premiação reconhece agentes públicos e representantes da sociedade que promovem ações relevantes para a igualdade de gênero, prevenção da violência contra as mulheres e defesa de seus direitos. O prêmio contempla as categorias Conscientização e Educação, Políticas Públicas, Apoio às Vítimas e Exemplos de Liderança.
Danilo Lovisaro foi premiado na categoria Exemplos de Liderança, em reconhecimento aos avanços promovidos em sua gestão no fortalecimento da proteção às mulheres. Entre as iniciativas destacadas estão a criação do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher, a institucionalização do Observatório de Violência de Gênero e ações como edições especiais do MP na Comunidade voltadas ao público feminino, capacitações permanentes e articulações para ampliar a rede de proteção.
“É uma honra receber este prêmio, que reconhece ações e pessoas comprometidas com o combate à violência de gênero. Este reconhecimento reflete o trabalho dedicado de membros e servidores que atuam diariamente para garantir dignidade e proteção às mulheres acreanas. Parabenizo a Secretaria de Estado da Mulher por esta iniciativa tão necessária, que impulsiona avanços concretos em nossa sociedade. Cumprimento também todos os premiados da noite. O trabalho de cada um demonstra que, quando unimos esforços, somos capazes de transformar realidades”, afirmou o procurador-geral.



A promotora de Justiça Dulce Helena Franco, titular da 13ª Promotoria Criminal e coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher, foi homenageada na categoria Apoio às Vítimas. Ela foi representada na cerimônia pelo promotor de Justiça Luís Henrique Rolim. O corregedor-geral do MPAC, Álvaro Luiz Pereira, também acompanhou a entrega das premiações.
Com informações da Agência de Notícias do Acre
Fotos: Diego Negreiros
Fonte: Ministério Publico – AC
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MPAC atua em audiências do programa Meu Pai Tem Nome
O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) participou, no sábado, 1º de agosto, da 5ª edição do programa Meu Pai Tem Nome, promovido pela Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC), em Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Tarauacá. A iniciativa promoveu mais de 400 atendimentos voltados ao reconhecimento de paternidade e maternidade, garantindo o direito à filiação e ampliando o acesso da população à cidadania.
Representaram o MPAC, em Rio Branco, os promotores de Justiça Rogério Voltolini Muñoz, Siberman Madeira de Holanda Filho, Juleandro Martins de Oliveira e José Ruy da Silveira Lino Filho. Em Cruzeiro do Sul, participou o promotor de Justiça Marcos Bruno Oliveira da Silva; e, em Tarauacá, o promotor de Justiça Willian da Silva Magalhães. Durante a ação, foram realizados reconhecimentos voluntários e socioafetivos, exames de DNA, emissão de certidões e audiências.
Ao comentar a iniciativa, o promotor de Justiça Siberman Madeira de Holanda Filho enfatizou o alcance social do programa e a importância da realização das audiências aos sábados. “É muito bonito o alcance social que esse projeto concede a essas pessoas. Em dias de semana, as pessoas não conseguem sair dos seus trabalhos, das suas atividades rotineiras para participar das audiências. Num dia de sábado isso é possível. Estamos efetivamente dando essa oportunidade para que elas resolvam seus problemas, principalmente uma questão essencial, que é a identidade da pessoa e a paternidade”, afirmou.



Segundo o promotor de Justiça José Ruy da Silveira Lino Filho, o programa reúne diferentes formas de reconhecimento da filiação e permite que os participantes resolvam diversas demandas em um único atendimento. “Tem essas questões da paternidade e da maternidade socioafetivas. Temos casos de exame de DNA e as pessoas já saem daqui com certidão de nascimento, certidão de casamento e de reconhecimento de paternidade. Percebemos a importância desse projeto”, destacou.

Já o promotor de Justiça Rogério Voltolini Muñoz relatou um dos atendimentos realizados durante a ação, em que o próprio pai tomou a iniciativa de buscar o reconhecimento da paternidade. “O pai teve a iniciativa de buscar saber se era o genitor da criança e, nesse mesmo atendimento, já tratamos sobre guarda, regime de convivência e pensão alimentícia. Normalmente, são as mães que buscam comprovar a paternidade e, neste caso, foi exatamente o oposto”, observou.
A edição do programa Meu Pai Tem Nome realizada no dia 1º de agosto ocorreu simultaneamente em todo o país, como parte do Dia D da Defensoria, mobilização promovida pelo Conselho Nacional das Defensoras e Defensores Públicos-Gerais (Condege). No Acre, a iniciativa contou com a parceria do MPAC, do Tribunal de Justiça do Acre e dos cartórios de registro civil.
Fotos: Jean Oliveira
Secretaria de Comunicação/MPAC
Fonte: Ministério Publico – AC
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