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Soja 2025/26: prazo final para plantio em Goiás encerra em 2 de janeiro; produtores devem cadastrar lavouras até 17 de janeiro

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Prazo de semeadura da soja termina em 2 de janeiro em Goiás

Os produtores goianos de soja têm até o dia 2 de janeiro de 2026 para concluir o plantio da safra 2025/26. A data marca o encerramento do período permitido pela Instrução Normativa nº 6/2024 da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), em alinhamento com o Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

A partir de 3 de janeiro, a semeadura fica proibida em todo o território goiano, inclusive em áreas irrigadas. A medida busca conter a proliferação da ferrugem asiática, uma das principais doenças que afetam a cultura da soja no país.

Cumprimento do calendário garante produtividade e sanidade das lavouras

O presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos, reforça que o respeito ao calendário é essencial para proteger a produção estadual.

“O agricultor goiano entende a importância de seguir esses prazos e tem sido um parceiro a cada nova safra. Cabe à Agência reforçar a divulgação das datas para evitar a introdução e disseminação de pragas que podem comprometer a produtividade e a economia do estado”, destacou.

Cadastro das lavouras é obrigatório até 17 de janeiro de 2026

Além do cumprimento do calendário de plantio, os produtores devem realizar o cadastro obrigatório das lavouras de soja no Sistema de Defesa Agropecuário de Goiás (Sidago). O prazo é de até 15 dias após o plantio, o que, para quem semear até o último dia permitido, estende-se até 17 de janeiro de 2026.

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Segundo o gerente de Sanidade Vegetal da Agrodefesa, Leonardo Macedo, esse cadastro é uma ferramenta estratégica de controle sanitário.

“O registro das lavouras permite mapear as áreas produtoras e orientar as ações de prevenção e combate à ferrugem asiática. Essa praga pode causar desfolha precoce, prejudicar o enchimento dos grãos e gerar perdas significativas na produção”, explicou.

Como realizar o cadastro no Sidago

Para efetuar o cadastro, o produtor deve acessar o sistema Sidago e preencher informações como:

  • área total plantada;
  • sistema de cultivo (irrigado ou sequeiro);
  • cultivar utilizada;
  • data de plantio e previsão de colheita;
  • coordenadas geográficas da propriedade.

Após o preenchimento, o sistema gera uma taxa obrigatória, que deve ser paga para validar o registro. O cadastro só é considerado concluído após a confirmação do pagamento — caso contrário, o débito permanece pendente e o produtor fica sujeito a sanções administrativas previstas em lei.

Produtores que enfrentarem dificuldades no acesso ao sistema podem procurar a unidade da Agrodefesa mais próxima para obter suporte no processo de cadastramento.

Confira a integra da IN 6/2024 da Agrodefesa

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cooperados da Cocamar destinam R$ 468 mil a entidades sociais no Paraná e São Paulo

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O Instituto Cocamar realizou a distribuição de R$ 468 mil a 18 entidades assistenciais localizadas nos estados do Paraná e São Paulo. Os recursos são provenientes das sobras da cooperativa referentes ao exercício de 2025 e foram destinados a partir de decisão dos próprios cooperados durante Assembleia Geral Ordinária realizada em fevereiro.

As instituições beneficiadas atuam em áreas como saúde, assistência social, apoio a pacientes oncológicos, acolhimento de idosos e atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade social. As entidades foram indicadas pelos cooperados, que reconheceram a relevância dos serviços prestados nas comunidades atendidas.

Instituto Cocamar reforça impacto social em diferentes cidades

Ao longo do mês de abril, representantes do Instituto Cocamar, acompanhados pela área de Responsabilidade Socioambiental e por unidades locais da cooperativa, realizaram visitas às entidades para entrega dos recursos.

As doações contemplam 15 cidades em dois estados brasileiros, com destaque para iniciativas voltadas ao atendimento de pacientes com câncer e apoio social contínuo.

Maringá concentra parte dos principais repasses

Em Maringá (PR), três instituições receberam apoio financeiro:

  • O Hospital do Câncer de Maringá recebeu R$ 50 mil para aquisição de um equipamento voltado ao diagnóstico precoce do câncer;
  • A Rede Feminina de Combate ao Câncer foi contemplada com R$ 15 mil para construção de uma ala destinada a crianças em tratamento oncológico;
  • A Entidade Ecumênica Amor ao Próximo recebeu R$ 13 mil para manutenção de casa de apoio a pacientes e familiares.
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Paraná recebe recursos para saúde e assistência social

Diversas cidades do Paraná também foram beneficiadas com repasses do Instituto Cocamar:

  • A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Astorga (incluindo Sabáudia) recebeu R$ 15 mil para manutenção de atividades, incluindo apoio psicossocial e distribuição de medicamentos;
  • A instituição Tok de Amor, em Londrina, recebeu R$ 13 mil para apoio a pacientes e acompanhantes em tratamento oncológico;
  • Em Alvorada do Sul, a Sociedade São Vicente de Paulo recebeu R$ 10 mil para assistência a famílias vulneráveis;
  • O mesmo valor foi destinado à Casa do Aguardo Professor Hideo Okuyama, em Arapongas, ao Asilo São Vicente de Sertanópolis e ao Asilo Lar da Paz, em Primeiro de Maio.

Outras entidades receberam R$ 8 mil cada, incluindo o Instituto Santa Paula Elisabete Cerioli (Assaí), o Lar Jayme Watt Longo (Bela Vista do Paraíso), o Lar Santo Antônio (Cambé), a APAE de Tamarana e a Uopeccan de Umuarama, referência regional no tratamento oncológico e acolhimento de pacientes.

São Paulo também será contemplado com repasses

Nos próximos dias, entidades de dois municípios do estado de São Paulo também receberão apoio financeiro no valor de R$ 13 mil cada:

  • Associação Voluntária do Câncer Dr. Fuade Haddad, em Palmital;
  • Associação dos Portadores de Câncer de Salto Grande.
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Cooperativismo reforça compromisso social no campo

A iniciativa reforça o modelo cooperativista da Cocamar, que permite que parte dos resultados financeiros retornem às comunidades por meio de ações sociais. Segundo a cooperativa, o objetivo é ampliar o impacto positivo das atividades do agronegócio para além da produção, fortalecendo o desenvolvimento regional e o apoio a instituições essenciais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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