AGRONEGÓCIO
Segurança alimentar: frutas e hortaliças brasileiras seguem dentro dos padrões
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A qualidade e a segurança de frutas e hortaliças têm sido alvo de atenção crescente entre consumidores, especialmente em relação à presença de resíduos de agrotóxicos e outros contaminantes químicos e biológicos. Um artigo de José Otávio Menten, professor sênior da USP/Esalq e presidente do Conselho Científico Agro Sustentável, detalha os resultados do monitoramento oficial desses produtos no Brasil.
Monitoramento oficial garante segurança alimentar
O acompanhamento da qualidade dos alimentos vegetais é realizado por programas conduzidos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Entre 2015 e 2020, mais de sete mil amostras de frutas e hortaliças foram analisadas, apresentando baixo percentual de inconformidades.
O Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos realiza monitoramento contínuo de diferentes culturas vegetais comercializadas no país, assegurando que os níveis de resíduos permaneçam dentro dos limites legais estabelecidos.
Resultados recentes confirmam conformidade
De acordo com os dados mais recentes referentes ao ciclo de 2024, a maioria das amostras analisadas está dentro da legislação, seja pela ausência de resíduos ou por níveis inferiores aos limites máximos permitidos. As inconformidades detectadas estiveram relacionadas principalmente ao uso de produtos não autorizados em algumas culturas, geralmente em cenários com suporte fitossanitário insuficiente.
Avaliação de risco indica baixo impacto à saúde
A análise de risco realizada pelos órgãos competentes aponta que tanto o risco agudo quanto o crônico permanecem em níveis muito baixos, sem representar ameaça à saúde do consumidor. Apesar da necessidade de ajustes e aprimoramentos no monitoramento, os resultados reforçam que os alimentos vegetais produzidos no Brasil apresentam padrão satisfatório de segurança quanto aos resíduos de agrotóxicos.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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Safra de algodão 2025/26 do Brasil deve atingir 3,86 milhões de toneladas, aponta StoneX
A safra brasileira de algodão 2025/2026 deve alcançar 3,86 milhões de toneladas, segundo nova estimativa da consultoria StoneX. A revisão para cima reflete o bom desempenho climático nas principais regiões produtoras do país, com destaque para Bahia e Mato Grosso, que vêm registrando condições favoráveis ao desenvolvimento das lavouras.
O avanço da produção reforça o potencial do Brasil no mercado global da fibra, embora o cenário ainda exija atenção quanto à evolução do clima nas próximas semanas, fator determinante para a consolidação dos resultados.
Clima impulsiona produtividade nas principais regiões
Na Bahia, os volumes elevados de chuva contribuíram para revisões positivas nas estimativas de produtividade. Mesmo com redução na área plantada, o estado deve registrar a segunda maior safra de sua história, sustentado pelo bom desempenho das lavouras.
Em Mato Grosso, principal produtor nacional, as condições climáticas também favoreceram o desenvolvimento da cultura. A produtividade média é estimada em 1,88 tonelada por hectare, com produção total projetada em 2,7 milhões de toneladas de pluma.
O desempenho das duas regiões tem sido decisivo para o ajuste positivo nas projeções nacionais, consolidando o algodão como uma das principais culturas da safra brasileira.
Atenção ao clima nas próximas semanas
Apesar do cenário favorável até o momento, a consolidação da safra ainda depende da manutenção de boas condições climáticas, especialmente em áreas do sul e oeste de Mato Grosso.
A irregularidade do clima nesse período pode impactar diretamente o potencial produtivo, o que mantém o mercado atento à evolução das condições meteorológicas no curto prazo.
Exportações seguem firmes, mas demanda exige cautela
Mesmo com a revisão na produção, o balanço de oferta e demanda foi mantido pela consultoria. As projeções indicam exportações de 3,1 milhões de toneladas, volume considerado robusto para a temporada.
No entanto, o comportamento da demanda global ainda gera incertezas, principalmente para o segundo semestre. O ritmo das compras internacionais será um fator-chave para a sustentação dos preços e do fluxo de embarques ao longo do ano.
Perspectivas para o mercado de algodão
O cenário atual aponta para uma safra positiva, impulsionada por ganhos de produtividade e condições climáticas favoráveis nas principais regiões produtoras. Ainda assim, o mercado segue monitorando variáveis como clima e demanda externa, que podem influenciar diretamente o desempenho final da temporada.
Com produção elevada e exportações consistentes, o Brasil mantém posição estratégica no mercado global de algodão, consolidando-se como um dos principais fornecedores da fibra no mundo.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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