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Izalci Lucas pede investigação sobre operações do BRB com o Master

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O senador Izalci Lucas (PL-DF) afirmou, em pronunciamento no Plenário na quarta-feira (4), que Banco de Brasília (BRB) enfrenta um grave problema financeiro e pediu investigação sobre investimentos realizados pela instituição. Segundo ele, operações que somam cerca de R$ 12 bilhões com o Banco Master, que teve a liquidação decretada pelo Banco Central, teriam sido feitas sem as garantias necessárias, o que, na avaliação do parlamentar, compromete a liquidez do banco e pode exigir medidas emergenciais para recompor o capital.

Izalci relatou que esteve recentemente no banco para buscar esclarecimentos junto à direção da instituição e afirmou que os investimentos teriam sido realizados por meio de mecanismos que dispensaram autorização do conselho. Ele também criticou proposta enviada à Câmara Legislativa do Distrito Federal para criação de um fundo imobiliário com a finalidade de captar recursos para capitalizar o banco.

— Vivemos, aqui no Distrito Federal, o maior escândalo da história da capital da República, que é o do BRB. Como um banco faz um investimento de R$ 12,2 bilhões sem checar se tem documento, se tem garantia? — questionou.

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O senador afirmou ainda que o Banco Central teria estabelecido prazo para que o banco recomponha seu capital, estimado por ele em cerca de R$ 8 bilhões. Segundo Izalci, caso não haja solução, a instituição poderia enfrentar medidas como liquidação ou federalização. Ele destacou que o BRB é responsável pelo pagamento de diversos programas sociais do governo distrital, o que, segundo ele, aumenta a preocupação com a situação financeira da instituição.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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