RIO BRANCO
Search
Close this search box.

AGRONEGÓCIO

PremieRpet recebe certificação internacional LEED Gold para fábrica de alimentos úmidos em SP

Publicados

AGRONEGÓCIO

A PremieRpet conquistou a certificação LEED Gold para sua fábrica de alimentos naturais úmidos em Dourado (SP). O selo, reconhecido em mais de 140 países, é considerado o mais importante para edificações verdes, destacando empreendimentos que adotam padrões avançados de sustentabilidade, eficiência energética e gestão ambiental.

Esta é a segunda unidade da empresa a receber o reconhecimento, após a fábrica de cookies, localizada no mesmo polo industrial, ter se tornado a primeira do segmento pet a conquistar o selo.

Critérios LEED e planejamento ambiental

O LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) avalia projetos com base em sete pilares: terreno sustentável, uso racional da água, energia e atmosfera, materiais e recursos, qualidade do ambiente interno, inovação em projeto e atendimento a prioridades regionais.

A fábrica de Dourado foi planejada considerando todos esses critérios desde sua concepção, o que possibilitou atingir os padrões necessários para o nível Gold.

Sustentabilidade como estratégia da empresa

A certificação reforça o compromisso da PremieRpet com inovação, responsabilidade ambiental e excelência operacional, alinhando qualidade de produto com processos produtivos sustentáveis.

“A conquista do LEED Gold na fábrica de úmidos é mais um passo na jornada ESG da PremieRpet. Neste ano, zeramos a emissão de carbono na produção, atestado pelo selo Carbon Free, e ampliamos a compensação de plástico, atingindo 100% nas linhas PremieR Nattu, PremieR Seleção Natural e GoldeN Seleção Natural, em parceria com a Polen”, afirma Fernando Maluf, VP de Exportação e Sustentabilidade.

Outras unidades seguem padrão sustentável

Além das fábricas de Dourado, o polo industrial de Porto Amazonas (PR), inaugurado em 2023, também foi construído seguindo os critérios do LEED. Um dos resultados mais expressivos do compromisso ambiental é que 96% dos resíduos da obra foram reciclados, reduzindo significativamente o impacto da construção.

Leia Também:  Paraná lidera exportações da região Sul e registra US$ 13,2 bilhões em vendas internacionais até julho de 2025
PremieRpet se consolida como referência no setor pet

A conquista do selo LEED Gold consolida a PremieRpet como referência em sustentabilidade no setor pet, fortalecendo sua visão de futuro e promovendo práticas responsáveis em toda a cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

AGRONEGÓCIO

Plano Brasil Soberano: Governo amplia crédito para fertilizantes

Publicados

em

Por

Fabricantes de fertilizantes, produtores de matérias-primas intermediárias e mineradoras que abastecem o setor poderão contratar capital de giro pelo Plano Brasil Soberano. A mudança amplia o alcance do programa e procura dar fôlego financeiro a uma cadeia considerada estratégica para o agronegócio brasileiro.

Projetos industriais e tecnológicos ligados ao beneficiamento, refino e transformação de minerais críticos e estratégicos também terão acesso a recursos com custo reduzido. O encargo da fonte de financiamento caiu para 3% ao ano, ante percentuais que chegavam a 8% na aquisição de máquinas e equipamentos e a 6,5% em determinados investimentos.

A decisão foi tomada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em reunião extraordinária realizada no fim de agosto. O colegiado também prorrogou por 12 meses o prazo para apresentação dos pedidos de financiamento ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As empresas elegíveis poderão protocolar as solicitações até 31 de dezembro de 2027.

Para o produtor rural, o efeito não será direto. As linhas são destinadas às empresas que produzem, processam ou fornecem insumos para a fabricação de adubos. O objetivo é melhorar as condições financeiras da indústria e reduzir riscos de interrupção no abastecimento do campo.

A inclusão do capital de giro atende a uma característica do setor. Muitas empresas precisam pagar antecipadamente pelas matérias-primas importadas, arcar com frete, armazenagem e processamento e somente depois receber pelas vendas realizadas aos produtores ou distribuidores.

Esse intervalo exige grande disponibilidade de caixa. Quando o crédito fica caro ou escasso, as empresas podem reduzir compras, estoques e produção. A consequência chega às propriedades na forma de menor oferta, dificuldade para programar entregas e maior exposição às oscilações de preços.

Leia Também:  Eldorado Brasil abre seleção para vagas no setor florestal em cidades do interior de SP

Antes da mudança, as empresas da cadeia de fertilizantes podiam recorrer ao Plano Brasil Soberano principalmente para comprar máquinas ou executar projetos de investimento. Agora, os recursos também poderão financiar despesas necessárias ao funcionamento diário das operações.

A medida ganha importância porque o Brasil importa mais de 80% dos fertilizantes que utiliza. Essa dependência deixa a produção agrícola vulnerável ao câmbio, às cotações internacionais, aos custos marítimos e a conflitos capazes de interromper rotas ou restringir a oferta mundial.

O país responde por cerca de 8% do consumo global de fertilizantes e ocupa a quarta posição entre os maiores consumidores. Soja, milho e cana-de-açúcar representam mais de 73% da demanda nacional, o que transforma o insumo em um componente decisivo dos custos das principais cadeias agrícolas.

O crédito mais barato para minerais estratégicos procura estimular investimentos em etapas que ainda são pouco desenvolvidas no Brasil. O país possui reservas minerais importantes, mas parte do material extraído é exportada sem processamento ou não chega a ser transformada internamente nos produtos necessários à agricultura.

Ao apoiar o beneficiamento, o refino e a transformação dentro do país, o governo tenta ampliar a capacidade industrial e diminuir a dependência de produtos acabados vindos do exterior. O resultado, entretanto, dependerá da execução dos projetos, que podem exigir licenciamento, infraestrutura, tecnologia e vários anos até o início da produção.

O percentual de 3% ao ano não representa necessariamente a taxa final que será paga pelas empresas. Ele corresponde ao custo da fonte de recursos e já considera a remuneração do BNDES. Nas operações indiretas, realizadas por bancos credenciados, ainda podem existir encargos do agente financeiro e custos relacionados ao risco do tomador.

Leia Também:  Safra de soja 2025/26 no Paraná deve alcançar 22 milhões de toneladas, projeta Deral

Por isso, a medida também não garante uma queda imediata no preço do fertilizante vendido ao agricultor. As cotações continuarão sujeitas ao câmbio, aos preços internacionais, ao frete, à oferta mundial de nutrientes e à demanda no período de plantio.

O ganho mais provável no curto prazo é a melhora das condições para que fabricantes e fornecedores mantenham estoques e cumpram contratos. No longo prazo, se os investimentos aumentarem a produção e o processamento de matérias-primas no Brasil, o setor poderá reduzir a exposição a crises externas e ganhar maior previsibilidade.

O acesso às linhas será restrito aos segmentos definidos conjuntamente pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) e pelo Ministério da Fazenda. A relação de atividades autorizadas consta das portarias que regulamentam o Plano Brasil Soberano.

Criado para apoiar empresas afetadas pelo aumento das tarifas norte-americanas e pela instabilidade do comércio internacional, o programa passa a alcançar uma cadeia diretamente ligada à segurança produtiva do país. Para o campo, o efeito concreto será medido pela capacidade da política de ampliar a oferta interna, evitar falta de insumos e reduzir a dependência que hoje transforma qualquer crise internacional em custo adicional dentro da porteira.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RIO BRANCO

ACRE

POLÍCIA

FAMOSOS

MAIS LIDAS DA SEMANA