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MPAC promove oficina sobre atendimento a mulheres indígenas em situação de violência doméstica

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Centro de Atendimento à Vítima (CAV) e do Núcleo de Apoio e Atendimento Psicossocial (Natera), realizou na terça-feira, 21, no Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), a Oficina para Atendimento a Mulheres Indígenas em Situação de Violência Doméstica.

O objetivo é fortalecer a atuação das equipes técnicas e aprimorar os fluxos de atendimento a mulheres indígenas, levando em consideração as especificidades culturais, territoriais e de gênero, com foco em um atendimento humanizado e intercultural, reconhecendo suas realidades e modos de vida.

O público-alvo incluiu servidoras e servidores do CAV, Natera e Observatório de Violência de Gênero (ObsGênero), Ouvidoria, Centro de Atendimento ao Cidadão (CAC) e demais setores que atuam diretamente no acolhimento e acompanhamento de vítimas de violência.

A oficina contou com a participação de quatro convidados, que compartilharam diferentes perspectivas sobre o tema. O historiador Marcos Vinícius Neves fez uma contextualização histórica sobre as mulheres indígenas e as formas de violência, enquanto a indigenista Rose Padilha falou sobre os desafios de articulação entre as comunidades e a rede de proteção, trazendo uma visão técnica e de campo sobre o atendimento às mulheres indígenas.

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Também contribuíram a coordenadora da Organização das Mulheres Indígenas do Acre, Sul do Amazonas e Noroeste de Rondônia (Sitoakore), Gêmima Brandão Xiu Shanenawa, que abordou o papel das lideranças e das redes tradicionais de apoio, além da importância de um atendimento sensível às especificidades culturais; e o representante da Ouvidoria-Geral da Defensoria Pública do Estado, Jefferson Klayton Lopes.

Texto: Marcelina Freire
Fotos: Clovis Pereira
Agência de Notícias do MPAC

Fonte: Ministério Publico – AC

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MPAC acompanha lançamento do programa federal de combate ao crime organizado

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O procurador-geral de Justiça do Acre, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, participou nesta terça-feira (12), no Palácio do Planalto, do lançamento do programa Brasil Contra o Crime Organizado, iniciativa do Governo Federal voltada ao enfrentamento das facções criminosas e ao fortalecimento da segurança pública no país. O programa foi apresentado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e prevê investimentos de aproximadamente R$ 11 bilhões, sendo R$ 1 bilhão oriundo do Orçamento da União e R$ 10 bilhões financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para adesão dos estados.

Estruturado em quatro eixos estratégicos, o programa tem como foco a asfixia financeira das organizações criminosas, o fortalecimento da segurança no sistema prisional, a ampliação das ações de investigação e inteligência e o combate ao tráfico de armas e drogas. O pacote também prevê investimentos em tecnologia, monitoramento, integração entre forças de segurança e modernização de unidades prisionais em todo o país.

Durante o evento, o procurador-geral destacou a importância da articulação institucional entre União, estados e órgãos do sistema de Justiça no enfrentamento às organizações criminosas. Segundo ele, o combate ao crime organizado figura entre as prioridades da atual gestão do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC).

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“O enfrentamento ao crime organizado exige atuação integrada, inteligência e fortalecimento permanente das instituições. O Ministério Público do Acre tem tratado esse tema como prioridade, buscando ampliar ações de cooperação e estratégias voltadas à defesa da sociedade”, afirmou Oswaldo D’Albuquerque.

O chefe do MP acreano também ressaltou que iniciativas nacionais voltadas ao combate às facções criminosas contribuem para fortalecer a atuação dos estados na repressão qualificada ao crime e na proteção da população.

“O crime organizado ultrapassou fronteiras e passou a atuar de forma estruturada em diversas áreas da sociedade. A resposta do Estado precisa ocorrer na mesma dimensão, com integração, tecnologia e compromisso institucional”, acrescentou.

O programa Brasil Contra o Crime Organizado será formalizado por decreto presidencial e portarias específicas, com adesão voluntária dos estados interessados em acessar os recursos disponibilizados pelo governo federal.

Texto: Chico Araújo
Fotos: Humberto Filho/CNPG

Fonte: Ministério Publico – AC

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