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Comarca de Cruzeiro do Sul encerra programação da Semana Nacional de Combate ao Assédio no TJAC

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Poder Judiciário acreano realizou, entre os dias 4 e 8 de maio, ações que integram a Política de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação do Poder Judiciário

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), através da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, Assédio Sexual e da Discriminação no âmbito do 1º Grau de Jurisdição (Coped), encerrou a programação da Semana Nacional de Combate ao Assédio e à Discriminação nesta sexta-feira, 8, na Comarca de Cruzeiro do Sul. Em formato descontraído, a direção do Foro da Comarca reuniu servidores e colaboradores para uma palestra no auditório da Cidade da Justiça e realizou uma roda de conversa.

A abertura da atividade foi conduzida pelo presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, e pela presidente da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, Assédio Sexual e da Discriminação no âmbito do 1º Grau de Jurisdição (Coped), juíza Evelin Bueno.

Em sua fala, o presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, disse que “falar de prevenção, de enfrentamento ao assédio moral, é um assunto que nunca pode sair da nossa pauta. Nós sabemos que um ambiente saudável depende, necessariamente, de que tenhamos respeito e consideração em todo o nosso ambiente de trabalho. E isso é uma missão institucional; não é só um programa, isso é da essência da nossa instituição. Então, se nós queremos ser um Judiciário de excelência, ser reconhecidos pela excelência na prestação do nosso serviço e verdadeiramente como instituição de justiça, isso começa em casa. Por isso, a Semana Nacional de Prevenção e Enfrentamento ao assédio moral, sexual e à discriminação vem esclarecer, vem levar à consciência que a mudança parte de cada um de nós”.

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A dinâmica do diálogo foi coordenada pela diretora do Foro da Comarca de Cruzeiro do Sul, juíza de Direito Adamarcia Machado, acompanhada pelo juiz de Direito titular da 1ª Vara Cível da Comarca de Cruzeiro do Sul, Erik Farhat, e pela secretária da Coped, Adalcilene Pinheiro.

A diretora do Foro, juíza Adamarcia Machado, avaliou o evento de forma positiva. “Essa semana foi de mobilização em todo o Estado do Acre. O Tribunal se mobilizou fazendo uma programação muito extensa e legal. Aqui em Cruzeiro do Sul, nós tivemos rodas de conversa com as juízas, com as lideranças, e hoje encerrou nesse talk show aqui, em que tivemos uma adesão grande dos nossos servidores que vieram, e falamos um pouquinho de forma a sensibilizar e refletir sobre esse tema que é tão importante para um ambiente de trabalho mais harmônico, mais acolhedor e para que o servidor se sinta integrado — não só o servidor, mas todos nós. Esse foi um momento tanto de fala quanto também de escuta. Eu acho que valeu muito a pena. A prevenção começa quando nós falamos, nos comunicamos, dialogamos sobre o assunto e, com isso, nós refletimos sobre os nossos atos. Atos que a gente nem considera que possam configurar um assédio, trazer um sentimento de ansiedade para outra pessoa; e, nesse momento em que a gente fecha em roda, conversa, escuta, a gente descobre que talvez uma mudança de atitude muito pequena pode produzir um ambiente muito mais saudável e harmonioso”.

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Para a servidora Helena Guimarães, secretária da Direção do Foro, a ação foi “muito boa, tirou muita dúvida. O TJAC tem servidores terceirizados, estagiários e nós servidores; isso é muito bom pra gente, porque a gente aprende. Às vezes a gente erra, né? Às vezes quando você vai chamar a atenção de alguém ou o modo como a pessoa falou. Às vezes a gente não chega tão bem ao trabalho, né? Mas a gente também tem que relevar, tem que saber na hora de falar com o servidor como chamar a atenção. Acho que é um início de uma nova cultura. Nós servidores, temos o dever de tratar todo mundo bem, principalmente o jurisdicionado. Achei muito, muito importante e que tenha mais debates desses para melhorarmos cada vez mais”.

O TJAC realizou, entre os dias 4 e 8 de maio, ações que integram a Política de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação do Poder Judiciário, instituída pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por meio da Resolução nº 351/2020.

Ao final, houve a distribuição de lembranças para as servidoras que são mães, um oferecimento da gestão do Poder Judiciário.

Fotos: Elisson Magalhães/Secom TJAC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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TJAC atinge 93% de eficiência e supera a média nacional de produtividade

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Seguindo avançando, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) alcança 93% no índice de eficiência do CNJ, o IPC-Jus, superando a média dos tribunais estaduais que foi de 74%. Resultado demonstra o compromisso da Justiça acreana focada em melhor atender à sociedade

Honrando seu compromisso de colocar em primeiro lugar as cidadãs e os cidadãos, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), conquistou 93% no Índice de Produtividade Comparada da Justiça (IPC-Jus). O resultado significa que o Judiciário acreano trabalhou mais, investiu melhor e superou a média alcançada entre os tribunais estaduais, que é de 74%. O indicador é medido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e está disponível aqui, no relatório Justiça em Números 2026.

Para fazer mais e da melhor maneira, a atual gestão do TJAC, empenhou-se na redução do acervo processual e no fortalecimento do fluxo de trabalho no primeiro e segundo graus de jurisdição, com a atuação da Assessoria de Apoio à Jurisdição (Assaj) e da Secretaria de Apoio à Jurisdição (Seaju). Essas são unidades satélites que atuam nos locais com grande acervo processual.

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Outra medida com forte impacto nesse resultado foram formações junto às equipes do primeiro grau de jurisdição e também nos setores administrativos do TJAC para melhor acompanhamento do Prêmio de Qualidade do CNJ, bem como investimento em ferramentas de monitoramento de dados. Além do estabelecimento de uma política de valorização e reconhecimento do empenho e trabalho de servidoras e servidores com a institucionalização das premiações por alcance de metas e resultados.

O presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, ressaltou a importância de prestar os serviços seguindo o Modelo de Excelência em Gestão (MEG), investindo nos cinco eixos estratégicos: priorização da atividade jurisdicional, gestão tecnológica, gestão de pessoas, gestão organizacional e infraestrutura.

“O Tribunal de Justiça do Acre alcançou 93% de desempenho, o melhor resultado de sua história. O fator diferencial foi o comprometimento de cada unidade judicial, impulsionando a produtividade, solucionando cada pendência, atendendo com compromisso cada pessoa que buscou à Justiça. Isso representou uma Justiça mais célere, eficiente e efetiva para a sociedade acreana. O resultado alcançado demonstra o que somos capazes de realizar quando atuamos com propósito, união e foco em um objetivo comum”, disse Nogueira.

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Continuidade

Nos últimos quatro anos, o TJAC vinha apresentando melhorias gradativas, saltando de 50% em 2022, para 53% em 2023 e atinge 62% em 2024. Depois, ano passado, celebramos 86% de cumprimento no Índice de Produtividade Comparada (IPC-Jus) e com o percentual deste ano, o TJAC ficou em terceiro colocando entre os tribunais de pequeno porte no país.

Mesmo diante dos desafios, como a implantação de um novo sistema de tramitação de processos judiciais, o eproc, o Poder Judiciário do Acre, não reduziu, mas aumentou a produtividade, demonstrando o compromisso da Justiça acreana focada em atender cada vez melhor a sociedade.

Fotos Gleilson Miranda e Elisson Magalhães Secom/TJAC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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