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Projetos do Poder Judiciário do Acre se destacam na ExpoJud 2025 e atraem centenas de visitantes

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Cada projeto trouxe uma proposta concreta de impacto social e institucional

O estande do Poder Judiciário do Acre foi um dos grandes destaques da 9ª edição da ExpoJud  2025, que é o principal evento de inovação, tecnologia e gestão do Poder Judiciário brasileiro. A atividade foi realizada entre os dias 14 e 17 de outubro, em Brasília. Durante os três dias de programação, mais de 300 pessoas visitaram o espaço acreano e conheceram de perto as iniciativas que vêm transformando a rotina de trabalho e o atendimento à população no Judiciário do Acre.

Os quatro projetos apresentados (Projeto Cidadão, Programa de Assistência à Saúde Mental, ADA e Complexo da Cidade da Justiça) foram idealizados e desenvolvidos por equipes de servidores do TJAC, o que reforça o protagonismo e o comprometimento dos profissionais da instituição com a inovação e a melhoria dos serviços prestados à sociedade.

Cada projeto trouxe uma proposta concreta de impacto social e institucional. O Projeto Cidadão tem como marca o atendimento itinerante que leva cidadania a comunidades distantes, oferecendo serviços essenciais de forma gratuita. Já o Programa de Assistência à Saúde Mental representa um avanço inédito no cuidado com magistrados, servidores e colaboradores, priorizando o bem-estar emocional e a qualidade de vida dentro do Judiciário. O programa, inclusive, despertou o interesse de vários representantes dos tribunais de todo o país pela eficiência e inovação na forma de humanizar.

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O sistema ADA, que é uma ferramenta voltada à automatização de fluxos processuais, foi outro ponto alto das apresentações. Por fim, o Complexo da Cidade da Justiça foi apresentado como um marco de modernização em decorrência do Portal de Acolhimento.

Além das das visitações no estande, os visitantes puderam acessar, por meio de QR Code e de uma página digital exclusiva, vídeos explicativos e materiais sobre cada uma das ações, o que permitiu uma experiência imersiva e informativa sobre as práticas exitosas do Judiciário estadual acreano. Dados levantados no fechamento do evento mostraram que 521 pessoas visitaram a página virtual. O formato interativo e a receptividade da equipe de servidores – que inclusive utilizou óculos de realidade virtual para apresentar edições do Projeto Cidadão – se tornou ponto de parada obrigatória para quem circulava pelo evento.

O secretário-geral do TJAC, Júnior Martins, destacou o reconhecimento alcançado pela instituição durante a feira.

“Foi uma participação marcante. O nosso estande chamou atenção pela qualidade dos projetos e pela dedicação das equipes envolvidas. Todos os trabalhos apresentados nasceram dentro do Tribunal, idealizados e conduzidos por servidores comprometidos com a inovação e o serviço público. Recebemos inúmeros elogios e convites para trocas de experiências, o que mostra que o Acre tem muito a contribuir com o Judiciário nacional”, ressaltou.

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A ExpoJud 2025 reuniu milhares de participantes entre magistrados, servidores, gestores públicos, pesquisadores e representantes da sociedade civil. O evento é reconhecido por promover o intercâmbio de experiências e estimular o uso de tecnologia e boas práticas na administração da Justiça.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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Juíza Louise Santana representa o TJAC em encontro nacional das Coordenadorias da Mulher

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Evento do CNJ debate ações para fortalecer o enfrentamento à violência doméstica e familiar contra as mulheres

A juíza auxiliar da Presidência e coordenadora Estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cosiv), Louise Santana, representou o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) no Encontro Nacional das Coordenadorias da Mulher, acompanhada da assessora Amália Costa. Promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o evento foi realizado na última terça-feira, 2, em Brasília, e reuniu representantes do Judiciário brasileiro.

A programação contou com a participação de magistradas, magistrados, especialistas e representantes de instituições que atuam na proteção dos direitos das mulheres. O objetivo do evento era compartilhar experiências, discutir desafios e alinhar estratégias voltadas ao fortalecimento das políticas judiciárias de enfrentamento à violência. Assim, promover um espaço de diálogo e construção coletiva de soluções.  

Entre os destaques da agenda esteve a apresentação do Diagnóstico Nacional das Medidas Protetivas de Urgência (MPUs), realizada pelas juízas auxiliares da Presidência do CNJ, Suzana Massako e Camila Pullin. O levantamento busca subsidiar o aperfeiçoamento das ações de proteção às mulheres em situação de violência em todo o país.

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No encerramento do encontro, o presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, destacou que as coordenadorias locais representam o elo do Judiciário com a vida das mulheres. “Nossa missão é chegar antes que o luto se instaure, para que, no Brasil, o feminicídio deixe de ser uma realidade cotidiana e passe a ser memória de um tempo que este país teve a coragem de superar”, afirmou.

O ministro também ressaltou que a Lei Maria da Penha proporcionou avanços significativos, mas que isso não autoriza a acomodação das instituições. “Temos ainda cerca de 1,3 milhão de processos pendentes de julgamento. Atrás de cada número, há uma história interrompida; uma família em ruptura; uma rede de afetos partida; uma grave violência contra as mulheres”, lembrou.

Fotos: cedidas

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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