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TJAC amplia projeto Plantando o Futuro com iniciativas de redução do consumo de papel e uso de energia solar

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Judiciário do Acre avança na política ambiental trazendo cinco eixos de atuação: reflorestamento, substituição da frota por veículos híbridos ou elétricos, realização periódica do inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE), redução no consumo de papel e aumento do uso de energia solar

Comprometido com a responsabilidade socioambiental, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) ampliou o projeto Plantando o Futuro, que passa a contar com cinco eixos de atuação voltados ao cumprimento das metas de descarbonização previstas no Programa Carbono Zero, instituído pela Resolução nº 594/2024 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Dessa forma, o projeto passa a ter as seguintes frentes de atuação para mitigar e compensar as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE): reflorestamento com espécies nativas; substituição da frota de veículos por modelos mais sustentáveis; elaboração de inventários de GEE; redução do consumo de papel; e, ampliação do uso da energia solar.

A ação faz parte da política de sustentabilidade da Justiça acreana, realizada pela Coordenadoria de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental (Cosus) e também está alinhada ao Plano de Logística Sustentável (PLS 2025-2026) do TJAC.

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Com isso, o Judiciário procura enfrentar a emergência climática que, por conta da ação humana que causou imensos danos ao planeta, coloca em risco a continuidade de vida humana saudável.

Outro benefício dessa ampliação é contribuir com a construção de um Judiciário ambientalmente responsável, inovador e comprometido com as gerações futuras. Assim, a Justiça do Acre estimula que o projeto Plantando o Futuro se transforme em um exercício de cidadania ambiental, extrapolando a dimensão institucional e alcançando a sociedade acreana.

Veja abaixo os eixos de atuação do projeto:

Reflorestamento: a proposta é plantar 15 mil árvores nativas da Amazônia brasileira, Ipês–Amarelos, Açaizeiros e seringueiras até 2030 nos 22 municípios acreanos. O plantio será executado com a consolidação de parcerias e a intenção de dialogar com projetos de ressocialização, para alavancar o Plano Pena Justa.

Substituição da frota: a ideia é renovar a frota com aquisição de veículos híbridos e elétricos, ou que adotem biocombustíveis, como o etanol. Além disso, está previsto o desenvolvimento de programas de mobilidade sustentável, com caronas solidárias e instalação de bicicletários nos prédios.

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Inventário de Gases de Efeito Estufa: realização periódica deste inventário, seguindo parâmetros do GHG Protocol, para servir de base para definição das metas de redução e compensação.

Redução no consumo de papel: o objetivo é reduzir os custos operacionais e consolidar a cultura da tramitação eletrônica nos processos administrativos e judiciais e promover campanhas de conscientização incentivando o uso racional do papel para promover a mudança de hábitos e práticas rotineiras.

Aumento da energia solar: avançando na redução do consumo de energia elétrica proveniente de fontes fosseis, a intenção é que até o ano que vem 30% da energia utilizada por todas as unidades do Judiciário estadual seja de fonte solar, para atingir 100% até 2030.

Fotos: Arquivo Secom TJAC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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Presidente do TJAC defende cooperação entre instituições para atender demandas da sociedade

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Declaração foi dada durante a abertura do projeto Café com Ministro, realizada nesta sexta-feira, 4, no Palácio da Justiça, com a presença do vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Guilherme Caputo

O presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Laudivon Nogueira, defendeu a cooperação entre as instituições para ampliar a qualidade dos serviços prestados à população. A declaração foi dada na manhã desta sexta-feira, 4, no Palácio da Justiça, durante a cerimônia de abertura do projeto Café com Ministro, iniciativa do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Na ocasião, o chefe do Judiciário acreano participou do debate sobre a cultura da conciliação e da mediação como métodos de resolução de conflitos, ao lado do vice-presidente do TST, ministro Guilherme Caputo, e do presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região (TRT-14), desembargador Ilson Pequeno. O encontro reuniu representantes da Justiça do Trabalho, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), do Ministério Público, estudantes e integrantes da sociedade civil.

A iniciativa teve como foco a escuta e o diálogo sobre a solução consensual de conflitos, além da aproximação entre as instituições e da discussão sobre uma Justiça acessível à população. Pela primeira vez no Acre, o projeto abriu espaço para tratar das particularidades da atuação jurisdicional na Amazônia e das possibilidades de ampliar o uso da conciliação.

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O presidente do TJAC, Laudivon Nogueira, falou do orgulho de sediar o encontro no Palácio da Justiça. Para o desembargador, a história do imóvel remete à finalidade da Justiça: promover a paz entre as pessoas e nas relações entre as instituições públicas.

O desembargador também defendeu a integração entre os órgãos públicos como resposta às demandas da sociedade, sobretudo diante da polarização e da desinformação. Segundo ele, muitas pessoas desconhecem as atribuições de cada instituição e procuram, principalmente, respostas para seus problemas.

Por isso, ressaltou a necessidade de atuação conjunta. Como exemplo, o desembargador-presidente citou o Projeto Cidadão, iniciativa do TJAC que oferece serviços de cidadania e acesso a direitos de forma gratuita às populações em situação de vulnerabilidade.

O chefe do Judiciário estadual convidou o ministro Guilherme Caputo a conhecer o projeto em uma próxima visita ao Acre. Ele ainda propôs ao presidente do TRT-14, desembargador Ilson Pequeno, a participação permanente da Justiça do Trabalho na iniciativa, com a realização de audiências de conciliação e ações de orientação trabalhista.

Ao final de sua participação, o presidente do TJAC presenteou o vice-presidente do TST com quatro publicações sobre diferentes períodos da história do Poder Judiciário no Acre. Entre elas estão o livro sobre os 120 anos da Justiça no estado; a publicação dos 60 anos de implantação do Tribunal de Justiça, comemorados em 2023; a revista do Projeto Cidadão, com reportagens sobre os 30 anos da iniciativa; e a biografia da desembargadora aposentada Eva Evangelista, primeira mulher a ingressar na magistratura acreana.

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Antes da fala do ministro Guilherme Caputo, o presidente do TRT-14, desembargador Ilson Pequeno, agradeceu a presença do magistrado e destacou a importância do debate sobre a conciliação para a Justiça do Trabalho. “Uma pessoa que tem uma trajetória marcada não apenas pelo conhecimento, mas, sobretudo, pela capacidade de olhar o direito, sem perder de vista que pessoas existem por trás de cada processo”, mencionou.

Durante o encontro, o vice-presidente do TST, Guilherme Caputo, ressaltou o caráter de diálogo da iniciativa. De acordo com o ministro, o projeto integra as ações da Justiça do Trabalho para reduzir a litigância e, ao mesmo tempo, assegurar os direitos dos trabalhadores. Entusiasta dos métodos de solução consensual de conflitos, o magistrado percorre diferentes regiões do país para apresentar os benefícios da conciliação às partes envolvidas nos processos.

Fotos: Elisson Magalhães/Secom TJAC

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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