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TJAC avança na implantação do projeto Zerou Papel
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Inciativas como criação de um sistema de controle de papel, melhoria nos processos de automação nos setores administrativos e gamificação estão entre as sugestões de ações a serem adotadas para contribuir com objetivo de eliminar gradativamente o uso do papel no Judiciário acreano
Reduzir a quantidade de impressões, digitalizar documentos, adotar sistemas eletrônicos de tramitação de processos judiciais e administrativos são compromissos cumpridos pelo Poder Judiciário acreano que contribuem com a modernização e também com a política de sustentabilidade e redução no consumo de papel. Para aumentar esse impacto, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) avança na execução do projeto Zerou Papel.
Nesta sexta-feira, 8, foi realizada reunião para mostrar as propostas de ações que visam eliminar gradativamente o uso do papel em todo o Judiciário estadual. Os trabalhos foram conduzidos pelo presidente do TJAC, desembargador Laudivon Nogueira, com a participação da juíza-auxiliar, Zenice Mota, e de servidoras e servidoras da Coordenadoria de Sustentabilidade e Responsabilidade Socioambiental (Cosus), da Assessoria de Transformação Inovação (Inova) e das seguintes secretarias: Geral (Seger), de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic) e da Comunicação Social (Secom).
Entre as ideias coletadas por meio de oficinas de escuta, realizadas pelo Inova, estão: disponibilização de formulário para servidoras e servidores responderem sobre o consumo do item em suas unidades, criação de selo verde, desenvolvimento de sistema de controle de papel, automação de processos administrativos na gestão de pessoas, utilização de aplicativos de troca de mensagens mais efetivos e gamificação, aplicando dinâmica de jogos com objetivo de aumentar o engajamento no projeto.
Nesse sentido, a própria Presidência do TJAC já instituiu a eliminação de impressões no gabinete com a Portaria n.°1.820/2025. Assim, pararam de imprimir quaisquer documentos, peças processuais, para empregarem apenas meios eletrônico para elaborar, tramitar, armazenar e compartilhar documentos.
Além disso, esse trabalho contribui a descarbonização da Justiça acreana. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) instituiu o Programa Justiça Carbono Zero, alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidades (ONU), para que os tribunais reduzam e façam ações de compensação das emissões dos gases do efeito estufa.
O TJAC vem implementando uma série de ações na área com conscientização, plantio de árvores, mudanças de fluxos e ampliação das usinas fotovoltaica para cumprir essas normas e acordos internacionais, mas principalmente porque a preservação ambiental é garantir a vida.




Fonte: Tribunal de Justiça – AC
TJ AC
História dos Juizados Especiais do Acre é tema de capítulo em coletânea nacional
O mosaico de histórias institucionais e experiências humanas imprimem novas perspectivas a missão de fortalecimento da cidadania
O juiz auxiliar da Presidência, Giordane Dourado, entregou na manhã desta segunda-feira, 20, ao presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Laudivon Nogueira; ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AC), desembargador Junior Alberto; e ao corregedor-geral da Justiça, desembargador Nonato Maia, exemplares da obra “Uma Justiça, Muitos Brasis: A história da implantação dos Juizados Especiais”.
Lançada em 2025, a publicação celebra as três décadas dos Juizados Especiais (Lei n.° 9.099/1995), analisando como o sistema se adaptou à diversidade geográfica e cultural brasileira, democratizando o acesso à Justiça. A coletânea possui 242 páginas e 20 capítulos, que contaram com a participação direta do Fórum Nacional de Juizados (Fonaje).

No encontro, o magistrado compartilhou detalhes sobre o processo editorial do livro. Giordane Dourado redigiu o capítulo 1, intitulado “Juizados Especiais na História do Poder Judiciário Acreano: Da Justiça Prometida à Justiça Efetiva”. Dessa forma, pôde escrever sobre o nascimento da Justiça Volante e da Justiça sobre Rodas, por exemplo, que foram novidades possíveis desde a instituição da normativa.
“Tive a alegria de ter sido escolhido para ser o autor que representasse o Acre e fiquei muito feliz com o convite. Então, procurei fontes e conversei com os colegas para fazer o resgate da memória da melhor forma, de como foi a implantação”, disse. Acrescentou ainda que testemunhou parte da história institucional por ouvir vários relatos da desembargadora Regina Ferrari, que na época era uma juíza pioneira nos Juizados Especiais do Acre e sua professora no curso de Direito da Universidade Federal do Acre.
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Fonte: Tribunal de Justiça – AC
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