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Febrac lança Shopping Rural na Expointer e entrega Medalha Paulo Brossard a destaques do agro

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A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) inaugura, na 48ª Expointer — de 30 de agosto a 7 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS) — um Shopping Rural voltado a criadores e expositores.

O espaço, localizado ao lado do portão 6, oferecerá produtos essenciais como pasto verde, feno, ração, pré-secado e material elétrico, além de insumos certificados por engenheiro agrônomo, garantindo qualidade aos compradores. Segundo o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a iniciativa visa simplificar a logística dos produtores, permitindo que tragam apenas um caminhão, em vez de dois — um com os animais e outro com alimentação.

“Os preços serão praticados no padrão de mercado, sem sobrevalorização pela comodidade da compra no parque. Também teremos parceria com farmácia veterinária e ferragem”, explica Martins.

A inauguração está marcada para sexta-feira, 29 de agosto, às 20h, com apoio da Secretaria Estadual da Agricultura, Farsul e administração do Parque Assis Brasil.

Medalha Paulo Brossard homenageia personalidades do setor agropecuário

Além do lançamento do shopping, a Febrac realizará a tradicional entrega da Medalha Paulo Brossard, honraria destinada a personalidades que se destacaram no setor agropecuário do Rio Grande do Sul e do Brasil.

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Em 2025, os agraciados serão:

  • Domingos Velho Lopes – diretor vice-presidente da Farsul
  • Rosane Collares – diretora do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Secretaria Estadual da Agricultura
  • Joaquin Villegas – presidente da Associação Nacional de Criadores Herd-Book Collares (ANC)
  • José Luis Rigon – superintendente técnico de Registro da Gadolando
  • Fernando Azambuja – diretor executivo da Febrac

A solenidade ocorrerá segunda-feira, 1º de setembro, a partir das 19h, durante o jantar dos presidentes das associações promovido pela Febrac, na sede da entidade no Parque Assis Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de arroz segue travado em abril, com preços firmes e baixa liquidez no Brasil

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A primeira quinzena de abril consolidou um cenário de baixa liquidez no mercado de arroz, marcado pelo desalinhamento entre a oferta potencial e a disponibilidade efetiva do produto. Segundo o analista e consultor da Safras & Mercado, Evandro Oliveira, a formação de preços segue descolada do fluxo de negociações.

De acordo com ele, o comportamento do produtor tem sido determinante nesse contexto. A retenção estratégica dos estoques, motivada por margens abaixo do custo de produção, limita a oferta no mercado e reduz o volume de negócios.

Intervalo de preços indica estabilidade artificial no mercado

Durante o período, as cotações oscilaram dentro de uma faixa entre R$ 61 e R$ 68 por saca de 50 quilos, configurando um piso no curto prazo. No entanto, essa estabilidade não reflete um mercado ativo.

Segundo o analista, trata-se de uma estabilidade artificial, com preços ofertados, mas sem efetivação de negociações, em um ambiente de baixa profundidade no mercado spot.

Indústria compra apenas para reposição imediata

Do lado da demanda, a indústria manteve uma postura cautelosa, realizando aquisições pontuais e voltadas exclusivamente à reposição de curto prazo. Esse comportamento reforça o cenário de poucos negócios e contribui para a manutenção do mercado travado.

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Exportações perdem competitividade com queda do dólar

No mercado externo, a competitividade do arroz brasileiro apresentou deterioração significativa ao longo da quinzena. O principal fator foi a valorização do real frente ao dólar, com a moeda norte-americana operando abaixo de R$ 5,00.

Esse movimento reduziu as margens de exportação (FOB), tornando inviável a participação do Brasil em mercados internacionais. Como consequência, o país atingiu paridade com os Estados Unidos, eliminando o diferencial competitivo necessário para exportações nas Américas.

Queda na demanda externa reduz ritmo de embarques

Após um início de ano com volumes expressivos, superiores a 600 mil toneladas no trimestre, o mercado registrou desaceleração nas exportações. A redução da atratividade do produto brasileiro resultou em retração da demanda internacional.

Com isso, as exportações deixaram de cumprir o papel de escoamento da produção, ampliando a pressão sobre o mercado interno.

Entrada da nova safra amplia oferta e pressiona dinâmica do mercado

O período também foi marcado pela transição entre o fim da entressafra e a chegada da nova safra, com avanço da colheita e consolidação de uma produção volumosa, com boa produtividade.

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Esse aumento na oferta potencial, somado à retração das exportações e à baixa liquidez interna, reforça o cenário de desequilíbrio entre produção e comercialização.

Cotação do arroz registra leve alta na semana, mas segue abaixo de 2025

No Rio Grande do Sul, principal estado produtor, a média da saca de 50 quilos (58% a 62% de grãos inteiros, pagamento à vista) foi cotada a R$ 63,14 na quinta-feira (16), registrando alta de 0,77% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o avanço foi de 7,12%. No entanto, em relação ao mesmo período de 2025, o preço ainda acumula queda de 18,14%, evidenciando o cenário desafiador para o setor orizícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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