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Reserva de vagas para indígenas no Judiciário é tema de consulta pública

Após análise e consolidação, o texto será submetido à decisão do Plenário do Conselho.

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) disponibilizou para consulta pública a minuta de resolução que dispõe sobre a reserva de vagas aos indígenas no âmbito do Poder Judiciário. A consulta estará aberta de forma eletrônica até o dia 17/11 e os interessados podem participar por meio do preenchimento do formulário, disponível na página do CNJ. Após análise e consolidação, o texto será submetido pelo conselheiro Sidney Madruga à decisão do Plenário do Conselho.

Pela regulamentação proposta, ficam destinadas à reserva 5% das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e de ingresso na magistratura. Dados do Perfil Sócio Demográfico dos Magistrados Brasileiros apontam que, do total de 18.168 de membros da magistratura ativos, no que se refere ao perfil étnico-racial, a maioria se declara branca (80,3%), 16,5% pardos, 1,6% pretos, 1,6% de origem asiática, e apenas 11 se declararam indígenas.

De acordo com o conselheiro do CNJ Sidney Madruga, que coordena o grupo de trabalho destinado à realização de estudos para a regulamentação do tema, a resolução significará a ampliação do número de magistrados e magistradas indígenas no quadro para cerca de 900, ao longo dos próximos anos, em caso de aprovação do percentual proposto.

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Formulada com base nos dados estatísticos, a minuta de resolução foi concluída na reunião realizada em outubro, quando o grupo de trabalho ouviu profissionais da antropologia, juízes e integrantes do Ministério Público a respeito da realidade enfrentada pelos indígenas nos concursos. Outro encontro do grupo está previsto para meados de novembro.

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TJAC promove primeiro mutirão para pessoas em situação de rua no interior do estado

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Ação ocorre no dia 8 de maio, das 8h às 15h, na Escola Estadual Dr. Valério Caldas, com emissão de documentos, atendimento médico e orientação jurídica; novo mutirão está previsto para Rio Branco

Pela primeira vez, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) promove um mutirão voltado a pessoas em situação de rua no interior do estado. A ação ocorre em Cruzeiro do Sul, a cerca de 630 km da capital. Os atendimentos serão gratuitos e estão previstos para o dia 8 de maio, das 8h às 15h, na Escola Estadual Dr. Valério Caldas, localizada na Avenida Boulevard Thaumaturgo, nº 267, bairro Centro.

Em reunião realizada nesta quinta-feira, 23, o Comitê Multinível, Multissetorial e Interinstitucional (Commi) do TJAC discutiu, com instituições parceiras, os últimos detalhes da ação no município. Ficou definida a participação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), da Defensoria Pública da União (DPU), da Advocacia-Geral da União (AGU) e do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Este primeiro mutirão para pessoas em situação de rua (PopRuaJud) em Cruzeiro do Sul também contará com emissão de documentos (1ª e 2ª vias), orientação jurídica, atualização cadastral em programas sociais, assistência médica e odontológica, vacinação, testes rápidos para hepatites B e C, HIV e sífilis, aferição de pressão arterial e glicemia, corte de cabelo e barba, além da entrega de refeições e medicamentos.

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O TJAC busca assegurar a promoção, proteção e defesa dos direitos humanos das pessoas em situação de rua. A proposta é oferecer atendimento humanizado, simplificado e ágil, com serviços concentrados em um único espaço. Por isso, é importante a presença de instituições federais, estaduais, municipais e organizações não governamentais.

No mesmo encontro, também foram debatidos os preparativos para o 4º mutirão PopRuaJud em Rio Branco. A iniciativa está confirmada para o dia 4 de maio, das 8h às 15h, no Colégio Barão do Rio Branco (CEB), situado na Avenida Getúlio Vargas, nº 232, bairro Centro. A programação prevê a oferta de serviços judiciais, de cidadania e atendimentos de saúde à população em situação de rua.

Segundo a coordenadora do Commi, juíza Isabelle Sacramento, o último mutirão realizado foi um sucesso. A ação contabilizou centenas de atendimentos, principalmente na área da saúde. Para a magistrada, os resultados refletem, primeiramente, a demanda dessa população e a sensibilidade das instituições ao atuarem mais próximas das pessoas, atentas às suas particularidades e desafios.

Participaram da reunião a juíza titular do Juizado Especial e de Fazenda Pública de Cruzeiro do Sul, Adamarcia Machado; o juiz federal Felipe Lins; a coordenadora de Apoio a Programas Sociais (Coaps), Isanilda Silva; e servidoras e servidores do Judiciário acreano, tanto de Cruzeiro do Sul quanto de Rio Branco.

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Além disso, estiveram presentes representantes da DPU, AGU, TRF1, Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região (TRT14), Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Acre (OAB/AC), Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Secretaria de Habitação e Urbanismo (Sehurb), Prefeitura de Rio Branco e do Movimento Acreano de Pessoas em Situação de Rua.

Fonte: Tribunal de Justiça – AC

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